Governo brasileiro “foi radicalmente para a esquerda”, diz Trump
Presidente dos EUA comenta restrições de visto a delegações na ONU e tarifaço contra o Brasil
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira, 5, durante uma coletiva de imprensa no Salão Oval da Casa Branca, que o governo brasileiro “mudou radicalmente” e foi “muito para a esquerda”.
O comentário de Trump foi feito em resposta a uma pergunta sobre as restrições de visto impostas a integrantes de países como o Brasil, que pretendem participar da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York.
Trump também justificou o tarifaço de 50% sobre exportações brasileiras, afirmando que o Brasil tem adotado políticas e medidas que considera “muito infelizes”.
“Quem está os banindo [vistos para delegações]? Nós estamos falando sobre coisas… Estamos muito chateados com o Brasil. Nós tarifamos eles muito alto, por causa do fato de que eles estão fazendo algumas coisas muito infelizes. Eu amo as pessoas do Brasil. Temos um ótimo relacionamento com o povo do Brasil Mas o governo brasileiro mudou radicalmente, foi muito para a esquerda. Foi muito radicalmente à esquerda. Está prejudicando muito o Brasil. Eles estão indo muito mal. Muito, muito mal. Então, veremos.
Padilha viajará?
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi uma das autoridades brasileiras que teve o visto cancelado pelos Estados Unidos,
No entanto, ele disse que ainda poderia viajar para eventos ligados à Assembleia-Geral da ONU, marcada para setembro, em Nova York.
A justificativa, segundo Padilha, é um“acordo de sede” que impede os países anfitriões negarem a entrada de representantes oficiais.
“Em relação tanto à ONU quanto à Opas [Organização Pan-Americana da Saúde, sediada em Washington], tem o chamado acordo de sede, em que nenhum país do mundo pode impedir o acesso de uma autoridade convidada ao evento onde ele será sediado”, disse.
Mais Médicos
Padilha era ministro de Saúde em 2012 e esteve diretamente envolvido na criação do Mais Médicos, ainda durante o governo de Dilma Rousseff.
Foi ele quem chefiou a delegação brasileira que foi para Havana discutir o esquema.
Na viagem, Padilha foi acompanhado por dois funcionários do governo brasileiro, que tiveram seus vistos americanos cancelados esta semana: Mozart Salles e Alberto Kleiman.
Leia mais: Padilha poderá viajar aos EUA para evento da ONU?
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Comentários (3)
Carlos Augusto Lins Brito Da Silva
05.09.2025 21:27Perfeito Claudemir. Chega dessa turma que afunda o Brasil, de todas as formas.
Suely Racy
05.09.2025 20:13Concordo 100% com o Claudemir
Claudemir Silvestre
05.09.2025 19:56Se DEUS quiser …. No ano que vem o brasileiro melhor informado ou de saco cheio destes esquerdistas, muda isso aí !!! Basta de LULA … Basta de PT !!!