Diretor da Globo entrega qual é o futuro das novelas da emissora
Chefão da teledramaturgia da rede diz que a missão do canal será equilibrar remakes com histórias inéditas
José Luiz Villamarim, diretor de gênero de dramaturgia dos Estúdios Globo, defendeu a importância dos remakes para a emissora.
Segundo o executivo, revisitar clássicos da dramaturgia é uma forma de homenagear obras atemporais que marcaram gerações e ainda mexem com a memória afetiva do público.
Diretor da Globo defende que remakes vão continuar existindo
O diretor da Globo destacou que, ao recontar essas histórias, a emissora tem o desafio de atualizar os textos de acordo com os costumes, tecnologias e comportamentos contemporâneos. “É um cuidado natural essa atualização”, explicou José Luiz Villamarim em conversa com o Meio e Mensagem.
Desde a pandemia, a emissora investe em remakes como Pantanal (2022), Renascer (2024), Elas por Elas (2023) e agora Vale Tudo.
“Em geral, são obras atemporais, que não envelhecem e que permitem novas leituras à luz da contemporaneidade. Ao mesmo tempo, por já serem conhecidas, mexem com a memória afetiva do público”, disse o diretor da Globo.
Executivo promete ‘grandes histórias’ nas novelas da emissora
Mesmo sem previsão de novos remakes no planejamento de 2026, o diretor do canal carioca deixou claro que o resgate da memória afetiva seguirá presente, mostrando que o passado e o presente caminham juntos na construção do futuro da dramaturgia da Globo.
“Temos grandes histórias em desenvolvimento, o que não impede de seguirmos revisitando clássicos de tempos em tempos”, contou Villamarim.
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