EUA: Governo investiga escritórios de advocacia por políticas identitárias discriminatórias
Autoridades federais questionam práticas woke que podem prejudicar brancos e homens
O governo dos Estados Unidos abriu uma investigação sobre práticas discriminatórias em programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) adotados por grandes escritórios de advocacia.
A Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego (EEOC) enviou cartas a vinte escritórios do setor jurídico solicitando informações detalhadas sobre suas políticas de recrutamento e contratação.
A presidente interina da EEOC, Andrea Lucas, afirmou que a agência está comprometida em combater qualquer forma de discriminação, inclusive em empresas que promovem políticas identitárias. “Ninguém está acima da lei”, declarou.
Entre os escritórios investigados está a Cooley, que havia publicado metas de diversidade para aumentar a representação de minorias entre seus advogados, mas posteriormente removeu essas informações de seu site.
A EEOC questiona se tais iniciativas podem ter resultado em discriminação contra candidatos brancos ou do sexo masculino.
A agência também solicitou esclarecimentos sobre possíveis práticas de favorecimento de determinados grupos demográficos nos processos de recrutamento e se membros das firmas instruíram recrutadores a evitar candidatos de perfis específicos.
Além disso, a comissão mencionou programas de estágios e bolsas de diversidade que podem ter oferecido vantagens financeiras diferenciadas com base em raça ou gênero.
Os escritórios, entre eles Perkins Coie, Latham & Watkins e WilmerHale, têm até 15 de abril para responder às solicitações da EEOC.
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Comentários (1)
Marcia Elizabeth Brunetti
19.03.2025 08:23Estamos vivendo um momento onde as minorias ganham força de maiorias. A vingança está vindo proporcionalmente. O ser humano é muito invejoso e vingativo. Em vez de buscarem a igualdade com paz e amor (quase um slogan do Lula e do PT), preferem trazer o processo reverso. Isso é evolução da sociedade?