Lula: “Para me atingir, atacam a Janja”
Durante celebração dos 45 anos do PT, o presidente saiu em defesa da primeira-dama
O presidente Lula (foto) saiu em defesa da primeira-dama, Janja, alvo de críticas da oposição. Durante celebração neste sábado dos 45 anos do PT, no Rio de Janeiro, o petista afirmou:
“Janja agora é a bola da vez. Para me atingir, atacam a Janja. E eu digo sempre a ela: ou você para de fazer o que gosta ou continua falando até perceberem que não vão mudar sua ideologia.”
Lula disse ainda que, em sua casa, as mulheres sempre tiveram liberdade, citando sua ex-mulher, Marisa Letícia, falecida em 2017. “Na minha casa, é proibido proibir.”
Ele também comentou sua recuperação de saúde após cirurgia no cérebro, realizada em dezembro devido a uma hemorragia.
“Os médicos disseram que eu poderia ter entrado em coma ou morrido. Mas Lulinha está 100%, mais vivo e forte do que nunca. Quem quiser me derrotar vai ter que ir para a rua.”
Pacote anti-Janja
Integrantes da oposição na Câmara, como mostramos, iniciaram uma frente para investigar as atividades políticas e os gastos da primeira-dama Janja.
De acordo com o vice-líder da oposição, deputado federal Evair de Melo (Progressistas-ES), a ação foi intitulada de “pacote anti-Janja” e consiste no protocolo de cinco pedidos de informação questionando cinco ministros do governo Lula: Rui Costa (Casa Civil), Vinícius Carvalho (Controladoria-Geral da União), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento).
Protocolados no último dia 5, cada requerimento de informação exige esclarecimentos sobre a condição funcional de Janja à frente do Palácio do Planalto, seus gastos com passagens e diárias no exterior, a legalidade de representar o Brasil em substituição ao presidente da República e ao vice-presidente da República, o sigilo sobre suas informações, investigações sobre violações a normas de ética pública, entre muitos outros.
Reforma ministerial
O evento deste sábado reuniu a primeira-dama Janja e 13 ministros, incluindo três que podem ser afetados: Nísia Trindade (Saúde), Márcio Macedo (Secretaria-Geral) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais).
Nos bastidores, a saída de Nísia é considerada certa.
Ela não é filiada ao PT e ocupa um ministério estratégico que desperta o interesse de partidos aliados.
O nome mais cotado para substituí-la é Alexandre Padilha, atual ministro das Relações Institucionais. A atual presidente do PT, Gleisi Hoffmann, chegou a ser cogitada para assumir a secretaria de Relações Institucionais, mas Lula foi convencido que ela é ‘muito radical’ para o cargo e isso poderia agravar, ainda mais, a articulação política do governo federal com o Congresso Nacional.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (3)
Marcelo José Dias Baratta
23.02.2025 02:57Só pra eu saber: Ela foi eleita pra alguma coisa? Ela pode gastar desenfredamente dinheiro público? O marido dela deveria colocar um freio nela. De fato, eles se merecem. E o povo brasileiro também os merece. Cada povo tem o governo e seus penduricalhos, que merece.
Marcia Elizabeth Brunetti
22.02.2025 19:39O casal se completa. Se um fala besteira, o outro vem e endossa.
Claudemir Silvestre
22.02.2025 16:02O amor 💰💰💰é lindo !!