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Luciano Coutinho, o tesoureiro paralelo do PT
Luciano Coutinho aceitou o convite para permanecer na presidência do BNDES. Na verdade, ele está tão associado às lambanças do banco público que não lhe restaria outro caminho -- a não ser, quem sabe, integrar formalmente o Conselho de Administração do grupo JBS/Friboi, o maior financiador da campanha presidencial de Dilma Rousseff, do qual o BNDES é credor generoso e zeloso...
Sandro Vaia: O Prêmio Nobel do Brasil
Raul Jungmann corre para salvar a Lava Jato
Crise política: o que dizem os militares
Depois do SwissLeaks, o CuritibaLeaks
A Mela Jato segue melando
O Estadão noticia que os diretores presos da empreiteira Camargo Corrêa recuaram do acordo de delação premiada, porque consideraram os termos muito duros.O Antagonista noticia que os diretores da Camargo Corrêa recuaram da delação premiada, porque a empreiteira acertou-se com José Eduardo Cardozo, o advogado administrativo de Lula e Dilma que garantiu melar a Lava Jato por meio de acordos marotos de leniência da Camargo Corrêa com a CGU e o TCU.
Veríssimo e a propina patriótica
O PT roubou a Petrobras? Não importa. O que importa é que, em vez de entregá-la à Shell ou à Esso, o PT defendeu o interesse nacional e entregou-a à OAS e à Camargo Corrêa. Quem disse isso foi Luis Fernando Veríssimo. O Antagonista sabe que ninguém dá a menor pelota para o que diz Luis Fernando Veríssimo. Mas ele tem o dom de interpretar e traduzir os cacarejos dos petistas numa linguagem razoavelmente humana.
As moedas da Lava Jato
No aniversário de 35 anos do PT, Lula recebeu de um assessor um artigo do juiz Sérgio Moro sobre Mani Pulite, ou Mãos Limpas. Em seguida, conversou sobre o assunto com Dilma Rousseff. O paralelo entre Mani Pulite e Lava Jato é evidente. Lula, assim como Bettino Craxi, vai se defender dizendo que o dinheiro roubado da Petrobras era apenas Caixa 2. Lula, assim como Bettino Craxi, corre o risco de ser preso.
As apostas de George Soros
Os petistas e seus cúmplices comemoraram quando o Estadão noticiou, em meados de dezembro, que George Soros dobrara suas apostas na Petrobras. Naquele momento, porém, ele já havia vendido mais de 60% de seus investimentos na empresa.George Soros enxerga longe
Beija-Odebrecht
De fazer o queixo cair
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