Hannah Arendt
Hannah Arendt
Hannah Arendt: "terrível e assustadoramente normais". O que ela viu no julgamento de Eichmann que mudou a forma de entender o mal
Hannah Arendt cobriu o julgamento de Eichmann e cunhou "banalidade do mal". Entenda por que ela o descreveu como "terrível e assustadoramente normal"
Hannah Arendt explica a cultura do cancelamento
Hannah Arendt, a filósofa que “rejeitou” a filosofia
Hannah Arendt: "O objetivo da educação é a preservação da novidade que cada criança traz consigo."
Crusoé, artigo: Eichmann e o livre-arbítrio voltado à maldade
Ruy Goiaba e a banalidade do mal
Ruy Goiaba, na Crusoé: "Estão banalizando a 'banalidade do mal'. A frase parece estar sendo usada como um substituto de 'todo mundo de quem eu não gosto é Hitler!' por gente que nem passou perto de Hannah Arendt e seu relato sobre o julgamento do nazista Adolf Eichmann em Jerusalém. E também por gente que certamente leu a filósofa alemã -- como a lacroeconomista Laura Carvalho, que usou a expressão no dia da saída de Mansueto Almeida da Secretaria do Tesouro Nacional (Laura apagou o tuíte em que se referia diretamente a Mansueto, mas, como sabem aqueles que frequentam as redes sociais, o print é eterno)..."
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