Esse hábito que parece inofensivo pode afetar sua saúde, autoestima e até seus dentes
Veja o método mais eficaz pra parar hoje e proteger sua saúde de verdade
Roer as unhas é um hábito comum em diferentes faixas etárias e costuma aparecer de forma automática, principalmente em momentos de ansiedade, tédio ou tensão. Apesar de muitas pessoas o encararem como algo simples, a prática pode trazer consequências para a saúde das unhas, da pele, da boca e do bem-estar emocional.
O que é onicofagia e por que esse hábito acontece?
A onicofagia é o ato repetitivo de roer as unhas, geralmente ligado a ansiedade, estresse, tédio ou necessidade de aliviar tensão. Muitas vezes o comportamento é automático, surgindo ao assistir televisão, estudar, usar o computador ou enfrentar situações desafiadoras.
Em alguns casos, a pessoa só percebe o hábito quando as unhas estão curtas, doloridas ou com a pele machucada, o que pode gerar incômodo estético e preocupação com a saúde das mãos.
Roer as unhas faz mal para a saúde?
Roer as unhas aumenta o risco de contaminação por bactérias, fungos e vírus, já que as mãos entram em contato com diversas superfícies ao longo do dia. Esse material pode causar infecções gastrointestinais, respiratórias e problemas na mucosa da boca.
O ato contínuo de morder também pode agredir dentes e gengivas, provocar inflamações como paroníquia nos dedos e deformar a lâmina ungueal, deixando as unhas fracas, irregulares e mais vulneráveis a feridas.

Como evitar roer as unhas no cotidiano?
Diminuir ou interromper o hábito exige observar os gatilhos emocionais e ambientais e substituí-lo por atitudes mais saudáveis. Não se trata apenas de força de vontade, mas de construir respostas alternativas à ansiedade e ao estresse.
Entre as estratégias úteis estão identificar momentos de maior impulso, manter as unhas sempre aparadas, utilizar esmaltes de gosto amargo, recorrer a objetos antiestresse e buscar apoio psicológico quando o comportamento se mostra compulsivo ou causa sofrimento.
Principais riscos físicos e emocionais de roer unhas?
Os riscos da onicofagia envolvem não apenas a aparência das mãos, mas também complicações bucais, dermatológicas, infecciosas e impactos na autoestima. Esses efeitos variam conforme a intensidade e a frequência do hábito em crianças, adolescentes e adultos.
A seguir, estão alguns dos problemas mais comuns associados ao ato de roer unhas de forma repetitiva e não controlada:
Problemas dentários
O hábito pode causar desgaste do esmalte, pequenas fraturas e dor ao mastigar.
Lesões nas gengivas
Cortes frequentes, sangramentos e aumento da sensibilidade gengival são comuns.
Infecções nos dedos
Inchaço, vermelhidão e presença de pus ao redor das unhas indicam infecção local.
Deformações das unhas
O crescimento pode se tornar irregular, com unhas mais fracas e onduladas.
Infecções gastrointestinais
Levar as mãos à boca aumenta o risco de verminoses e outros quadros infecciosos.
Impacto estético e emocional
Vergonha das mãos em ambientes sociais, escolares e profissionais afeta a autoestima.
Cuidados gerais para proteger unhas e dedos?
Além de controlar o hábito de roer, é importante adotar cuidados diários com mãos, pele e cutículas para reduzir lesões e infecções. Hidratação frequente diminui o ressecamento e a vontade de puxar pelinhas com os dentes.
Aplicar creme nas mãos, evitar retirar cutículas de forma agressiva, não compartilhar alicates ou lixas, manter boa higiene da região e procurar um profissional de saúde diante de dor intensa, pus ou deformidades são medidas simples que ajudam a preservar a saúde das unhas e o bem-estar geral.
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