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02.10.2024

Irã ataca Israel; Lula culpa Israel

Mísseis cruzavam os céus de Israel, mas o foco do discurso do presidente brasileiro, durante uma viagem ao México, foi outro

Madeleine Lacsko

No dia em que Israel sofreu novos ataques vindos do Irã, o silêncio do presidente Lula sobre a nova agressão foi ensurdecedor. Mísseis cruzavam os céus de Israel, mas o foco do discurso do presidente brasileiro, durante uma viagem ao México, foi outro. 

Em vez de condenar a violência e os atentados terroristas, Lula decidiu atacar Israel. “O que eu lamento profundamente é o comportamento do governo de Israel… é inexplicável que o Conselho [de Segurança] da ONU não tenha autoridade moral e política de fazer com que Israel se sente em uma mesa para conversar, ao invés de só saber matar”, disse ele. O comentário não era sobre o ataque que Israel sofria naquele momento, era sobre a operação de defesa que eliminou terroristas em território libanês.

O que chama a atenção não é apenas a escolha de palavras, mas o timing da declaração. O ataque israelense ao Hezbollah no sul do Líbano não foi uma ação isolada, mas uma resposta necessária a um ano de ataques que transformaram cidades israelenses em verdadeiras cidades fantasmas, forçando milhares de pessoas a abandonarem suas casas. Em vez de condenar o terrorismo, Lula preferiu criticar a defesa de Israel. Enquanto Israel tenta neutralizar ameaças que colocam em risco a vida de seus cidadãos, o presidente brasileiro adota uma narrativa que ecoa entre aqueles que insistem em tratar o terrorismo como uma questão de “resistência”.

Imparcialidade?

O comportamento do governo brasileiro não pode ser apenas atribuído à “imparcialidade”. O que vimos foi uma escolha clara de lado. O silêncio diante dos mísseis iranianos e a condenação aberta a Israel revelam muito mais do que uma postura de neutralidade ou apelo à paz. É uma falsa equivalência perigosa, que coloca terroristas e um país que se defende em pé de igualdade. Essa narrativa imoral toca fundo no sentimento de solidariedade das pessoas de bem, aquelas que sofrem com a ideia de ver civis, especialmente crianças, perdendo a vida.

Mas é aí que reside a armadilha: essa manipulação emocional transforma a luta legítima de Israel contra o terrorismo em um ato de “agressão”. O que deveria ser um esforço para proteger vidas é apresentado como se fosse uma política de extermínio. Enquanto terroristas como o Hezbollah e o Hamas sequestram, estupram e matam civis deliberadamente, a resposta israelense é apresentada como o verdadeiro problema.

Não podemos ignorar o que está em jogo. Grupos como o Hezbollah e o Hamas não têm como objetivo simplesmente “resistir”. Eles querem eliminar completamente Israel e instaurar regimes teocráticos e autoritários que não apenas suprimem qualquer oposição, mas também condenam mulheres, minorias e todos aqueles que não se adequam à sua visão de mundo. O que vemos no Irã, onde as mulheres são brutalmente reprimidas por não usarem o véu da forma correta, é um exemplo claro de como seria o futuro sob o domínio desses grupos.

Condescendência

No entanto, enquanto esses crimes continuam a acontecer, o governo brasileiro adota uma postura de condescendência. Em vez de se posicionar contra o terrorismo e a violência desmedida, Lula foca suas críticas em Israel, ignorando o sofrimento causado por esses grupos extremistas. Essa escolha revela uma agenda que, de maneira preocupante, se alinha com regimes opressores e grupos terroristas que promovem a barbárie.

É uma questão de civilização contra a barbárie, e o presidente brasileiro já escolheu o lado dele. Resta aos que ainda tentam justificar suas declarações entender que, quando um líder diz exatamente o que pensa, é preciso ouvir. Ao condenar Israel e silenciar sobre o terrorismo, Lula deixa claro quais valores defende. O perigo dessa narrativa distorcida não pode ser subestimado, especialmente no momento em que o mundo precisa se unir contra as potências que tentam destruir as bases da liberdade e da democracia.

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Mísseis cruzavam os céus de Israel, mas o foco do discurso do presidente brasileiro, durante uma viagem ao México, foi outro

Madeleine Lacsko

No dia em que Israel sofreu novos ataques vindos do Irã, o silêncio do presidente Lula sobre a nova agressão foi ensurdecedor. Mísseis cruzavam os céus de Israel, mas o foco do discurso do presidente brasileiro, durante uma viagem ao México, foi outro. 

Em vez de condenar a violência e os atentados terroristas, Lula decidiu atacar Israel. “O que eu lamento profundamente é o comportamento do governo de Israel… é inexplicável que o Conselho [de Segurança] da ONU não tenha autoridade moral e política de fazer com que Israel se sente em uma mesa para conversar, ao invés de só saber matar”, disse ele. O comentário não era sobre o ataque que Israel sofria naquele momento, era sobre a operação de defesa que eliminou terroristas em território libanês.

O que chama a atenção não é apenas a escolha de palavras, mas o timing da declaração. O ataque israelense ao Hezbollah no sul do Líbano não foi uma ação isolada, mas uma resposta necessária a um ano de ataques que transformaram cidades israelenses em verdadeiras cidades fantasmas, forçando milhares de pessoas a abandonarem suas casas. Em vez de condenar o terrorismo, Lula preferiu criticar a defesa de Israel. Enquanto Israel tenta neutralizar ameaças que colocam em risco a vida de seus cidadãos, o presidente brasileiro adota uma narrativa que ecoa entre aqueles que insistem em tratar o terrorismo como uma questão de “resistência”.

Imparcialidade?

O comportamento do governo brasileiro não pode ser apenas atribuído à “imparcialidade”. O que vimos foi uma escolha clara de lado. O silêncio diante dos mísseis iranianos e a condenação aberta a Israel revelam muito mais do que uma postura de neutralidade ou apelo à paz. É uma falsa equivalência perigosa, que coloca terroristas e um país que se defende em pé de igualdade. Essa narrativa imoral toca fundo no sentimento de solidariedade das pessoas de bem, aquelas que sofrem com a ideia de ver civis, especialmente crianças, perdendo a vida.

Mas é aí que reside a armadilha: essa manipulação emocional transforma a luta legítima de Israel contra o terrorismo em um ato de “agressão”. O que deveria ser um esforço para proteger vidas é apresentado como se fosse uma política de extermínio. Enquanto terroristas como o Hezbollah e o Hamas sequestram, estupram e matam civis deliberadamente, a resposta israelense é apresentada como o verdadeiro problema.

Não podemos ignorar o que está em jogo. Grupos como o Hezbollah e o Hamas não têm como objetivo simplesmente “resistir”. Eles querem eliminar completamente Israel e instaurar regimes teocráticos e autoritários que não apenas suprimem qualquer oposição, mas também condenam mulheres, minorias e todos aqueles que não se adequam à sua visão de mundo. O que vemos no Irã, onde as mulheres são brutalmente reprimidas por não usarem o véu da forma correta, é um exemplo claro de como seria o futuro sob o domínio desses grupos.

Condescendência

No entanto, enquanto esses crimes continuam a acontecer, o governo brasileiro adota uma postura de condescendência. Em vez de se posicionar contra o terrorismo e a violência desmedida, Lula foca suas críticas em Israel, ignorando o sofrimento causado por esses grupos extremistas. Essa escolha revela uma agenda que, de maneira preocupante, se alinha com regimes opressores e grupos terroristas que promovem a barbárie.

É uma questão de civilização contra a barbárie, e o presidente brasileiro já escolheu o lado dele. Resta aos que ainda tentam justificar suas declarações entender que, quando um líder diz exatamente o que pensa, é preciso ouvir. Ao condenar Israel e silenciar sobre o terrorismo, Lula deixa claro quais valores defende. O perigo dessa narrativa distorcida não pode ser subestimado, especialmente no momento em que o mundo precisa se unir contra as potências que tentam destruir as bases da liberdade e da democracia.

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