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Trabalhadores siberianos desafiam frio extremo para reparar navios em Inverno Glacial

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Redação O Antagonista
2 minutos de leitura 13.02.2024 08:17 comentários
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Trabalhadores siberianos desafiam frio extremo para reparar navios em Inverno Glacial

Em Yakutsk, na Sibéria, trabalhadores enfrentam temperaturas abaixo dos -50 graus Celsius para reparar navios.

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Trabalhadores siberianos desafiam frio extremo para reparar navios em Inverno Glacial
Fonte: REUTERS

 

Um dia gelado em Yakutsk, na Rússia, mostra a dura rotina dos trabalhadores que, apesar das temperaturas abaixo dos -50 graus Celsius, mantém a manutenção de navios durante o amargo inverno siberiano.

“Vymorozka”: uma tarefa árdua em condições extremas

No nordeste da Sibéria, localizado na República de Sakha, também conhecida como Yakutia, os trabalhadores enfrentam a tarefa de “vymorozka”. Este termo, que traduzido significa “congelamento”, descreve o árduo e tedioso trabalho de desgelo dos navios para reparo nas circunstâncias mais adversas do clima.

Os navios ficam ancorados no porto de Yakutsk, às margens do Rio Lena, principal fonte econômica da Sibéria durante o verão. Nos meses de inverno, os trabalhadores passam semanas descongelando os navios, e procurando áreas que precisem de reparo.

Uma questão de perspectiva

Apesar das condições extremas, os próprios trabalhadores encaram a situação como uma questão de perspectiva. “Não acredito que este seja o trabalho mais difícil. Existem trabalhos ainda mais difíceis, mas certamente este é um dos mais difíceis… É preciso amar o frio e trabalhar nele”, relatou o trabalhador Mikhail Klus à Reuters.

O trabalho requer, além de resistência e força, uma precisão extrema para não cortar o gelo muito rapidamente e quebrar a ligação com a água abaixo. Se isso acontecer, a escavação pode ser inundada e todo trabalho é perdido.

Frio extremo: grande aliado e inimigo

Quanto mais frio o clima, melhor o gelo congela e mais suave é o trabalho. No entanto, as baixas temperaturas podem ser desgastantes para alguns trabalhadores. “Às vezes, quando você congela, sente emoções negativas”, disse Artyom Kovalev, de 22 anos, de suas muitas camadas de casacos.

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