Seita russa é denunciada por tráfico sexual na Argentina

26.01.2026

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Seita russa é denunciada por tráfico sexual na Argentina

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Redação O Antagonista
3 minutos de leitura 05.04.2025 08:42 comentários
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Seita russa é denunciada por tráfico sexual na Argentina

Líder de seita russa é preso na Argentina por tráfico sexual. Descubra como a seita Ashram Shambala operava

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3 minutos de leitura 05.04.2025 08:42 comentários 0
Seita russa é denunciada por tráfico sexual na Argentina
Seita russa é denunciada por tráfico sexual na Argentina - Créditos: depositphotos.com / Visibile

A Justiça Argentina apresentou acusações contra um suposto líder de seita e outras 20 pessoas de nacionalidade russa. Eles são suspeitos de integrar uma organização criminosa com fins de tráfico sexual e redução à servidão. O Ministério Público divulgou essas informações em um comunicado, destacando a gravidade das acusações.

O caso ganhou notoriedade após a captura de uma jovem de 22 anos, trazida da Rússia para a Argentina. Em março de 2025, ela deu à luz em Bariloche, cidade localizada a 1.500 km de Buenos Aires. A promotoria alega que o objetivo era registrar o bebê como filho do líder da seita, possibilitando que ele adquirisse a nacionalidade argentina e, posteriormente, viajasse ao Brasil.

Quem é Konstantin Rudnev?

O líder da organização foi identificado como Konstantin Rudnev, conhecido por fundar a seita Ashram Shambala, que se expandiu pela Rússia nos anos 1990. Atualmente, ele está detido na cidade de Rawson, próximo a Bariloche. Rudnev já foi condenado a 11 anos de prisão por abuso sexual na Rússia e estava foragido de Montenegro desde outubro de 2024.

Durante sua prisão, Rudnev tentou ferir a si mesmo com uma lâmina de barbear, mas foi rapidamente contido pelos oficiais. Este incidente ressalta a complexidade e o perigo envolvidos nas operações da organização que ele liderava.

Como a organização operava?

O recrutamento da jovem russa ocorreu através de um espaço espiritual e de prática de ioga, que servia como fachada para as atividades ilícitas. O Ministério Público destacou que a organização se aproveitava da vulnerabilidade extrema das vítimas, impondo jejuns obrigatórios e controlando a alimentação como forma de punição.

Algumas das mulheres detidas apresentavam sinais de desnutrição e tinham partes da cabeça sem cabelo, indicando condições de vida precárias e abusivas. Dos 21 acusados, 13 permanecem presos, enquanto os demais estão em liberdade condicional.

Quais são as implicações legais?

As acusações contra Rudnev e seus associados incluem tráfico sexual e redução à servidão, crimes que carregam penas severas na legislação argentina. A detenção e o julgamento dos envolvidos são passos cruciais para desmantelar a organização e prevenir futuros crimes.

As investigações continuam, com o objetivo de identificar todas as vítimas e assegurar que os responsáveis sejam levados à justiça. A colaboração entre as autoridades argentinas e internacionais será essencial para o sucesso da operação.

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