Polícia procura atirador que matou Charlie Kirk
Ativista foi morto a tiros durante uma sessão de perguntas e respostas com estudantes na Universidade de Utah Valley
A polícia do estado de Utah, nos Estados Unidos, e agentes federais continuam nesta quinta-feira, 11, a procura pelo atirador que matou o ativista Charlie Kirk.
Aliado de Donald Trump, Kirk foi morto a tiros durante uma sessão de perguntas e respostas com estudantes na Universidade de Utah Valley (UVU), em Orem.
O governador de Utah, Spencer Cox, classificou o crime como assassinato político.
A polícia estadual emitiu um comunicado na quarta-feira, 10, à noite dizendo que dois homens foram detidos.
Ambos foram interrogados e liberados.
“Inicialmente, detemos George Zinn como suspeito. Ele foi posteriormente liberado e acusado de obstrução pela polícia da UVU. Um segundo suspeito, Zachariah Qureshi, foi detido e liberado após interrogatório policial. Não há vínculos atuais com nenhum desses indivíduos no tiroteio. Há uma investigação e uma busca em andamento pelo atirador”, afirmou.
“Acredita-se que o tiroteio tenha sido um ataque direcionado. Acredita-se que o atirador tenha atirado do telhado de um prédio em direção ao local do evento público, no pátio estudantil. Não podemos fornecer esclarecimentos adicionais para proteger a integridade da nossa investigação”, continuou.
O disparo
O disparo, que atingiu Kirk, ocorreu por volta de 15h34 (12h34 no horário local), quando ele falava a um grupo de alunos. Testemunhas relataram que o palestrante foi baleado próximo ao pescoço logo após o barulho do disparo.
Ele foi declarado morto em um hospital local horas depois.
Kirk era conhecido por sua atuação em campi universitários e por liderar a Turning Point USA, organização conservadora que promove eventos e debates com estudantes.
A passagem por Orem fazia parte de um roteiro de apresentações que costuma atrair grande público e, em ocasiões anteriores, também manifestações contrárias.
“Quando alguém tira a vida de uma pessoa por causa de suas ideias ou ideais, então esse fundamento constitucional fica ameaçado”, disse o governador de Utah.
Trump lamenta a morte de Kirk
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lamentou a morte de Charlie Kirk.
“O Grande, e até mesmo lendário, Charlie Kirk está morto. Ninguém compreendia ou tinha o Coração da Juventude dos Estados Unidos da América melhor do que Charlie. Ele era amado e admirado por TODOS, especialmente por mim, e agora não está mais entre nós. Melania e meus pêsames à sua linda esposa Erika e à família. Charlie, nós te amamos!”, escreveu o republicano.
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Comentários (1)
Fabio B
11.09.2025 08:33É curioso observar como a mídia trata esse caso, onde um palestrante conhecido por se apresentar pacificamente em universidades para debater ideias abertamente, é constantemente rotulado como “extremista de direita”. Já o assassino, que partiu para a violência letal, num ato extremista por definição, em nenhum momento recebe o mesmo rótulo. A inversão é gritante... Alguém de direita que defende suas ideias no campo do diálogo é taxado de ameaça, enquanto quem recorre à violência é frequentemente blindado e protegido. Isso escancara o viés da mídia tradicional e a desonestidade desses veículos que se apresentam como "imparciais".