País latino-americano se tornou uma potência militar com submarinos nucleares e caças supersônicos
O orçamento de defesa, na casa de dezenas de bilhões de dólares, sustenta programas de modernização de blindados, artilharia, comunicações e defesa cibernética
O cenário de defesa na América Latina tem passado por mudanças significativas, e o Brasil surge como protagonista com um exército numeroso, investimentos contínuos e uma indústria bélica em expansão.
Brasil como potência militar emergente na América Latina
O Exército Brasileiro é um dos maiores do hemisfério ocidental em número de efetivos, com ampla reserva mobilizável e distribuição em comandos regionais.
Há atenção especial para a faixa de fronteira e a Amazônia, estratégica para recursos naturais e combate a rotas ilícitas.
O orçamento de defesa, na casa de dezenas de bilhões de dólares, sustenta programas de modernização de blindados, artilharia, comunicações e defesa cibernética.
A frota de helicópteros e mais de dois mil veículos blindados ampliam a capacidade de atuação em diferentes terrenos e missões.
Como se organiza o poder militar brasileiro na terra, no mar e no ar
O poder militar brasileiro é estruturado em capacidades terrestres, navais e aéreas, apoiadas por uma indústria de defesa em crescimento.
A incorporação dos caças Gripen E/F e a ampliação da aviação de transporte e vigilância elevam o patamar tecnológico da Força Aérea.
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— Força Aérea Brasileira 🇧🇷 (@fab_oficial) December 30, 2025
O F-39 Gripen e o F-5M Tiger II, com sua agilidade e tecnologia de ponta, integram a Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira.
📸 Suboficial Johnson
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Na Marinha, o foco está na proteção do Atlântico Sul e das “águas azuis”, vitais para o comércio exterior e o pré-sal.
A seguir, estão as principais dimensões dessa estrutura e seus pontos mais relevantes:
- Força Terrestre: grande efetivo, blindados modernos e presença em todo o território nacional.
- Força Naval: proteção do Atlântico Sul e desenvolvimento de submarinos avançados.
- Força Aérea: renovação da frota de caça e expansão da aviação de transporte e vigilância.
- Indústria de Defesa: capacidade de projetar e produzir aeronaves, radares, mísseis e veículos.
Qual o papel da indústria de defesa e da autonomia tecnológica
A indústria de defesa nacional produz desde aeronaves de transporte, como o KC‑390, até veículos blindados, radares, foguetes e mísseis guiados.
Isso reduz a dependência externa e permite melhor adaptação dos sistemas às necessidades brasileiras.
Programas de pesquisa e desenvolvimento recebem parte específica do orçamento, viabilizando projetos de longo ciclo em satélites, comando e controle e guerra cibernética.
Essa base tecnológica também gera empregos qualificados e inovação com efeitos civis.
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— Força Aérea Brasileira 🇧🇷 (@fab_oficial) January 21, 2026
Loadmaster a caminho da aeronave KC-390 Millennium do Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1° GTT – Esquadrão Zeus) para uma missão de lançamento de paraquedistas na Base Aérea dos Afonsos (BAAF) no Rio de Janeiro.
📸 Sargento Terra
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Como o submarino nuclear e os sistemas avançados reforçam a dissuasão
Um dos projetos mais simbólicos é o desenvolvimento de um submarino de propulsão nuclear, com transferência de tecnologia, formação de especialistas e infraestrutura dedicada.
Quando operacional, ampliará a vigilância e a dissuasão em áreas distantes da costa.
O país investe ainda em drones de reconhecimento, monitoramento de fronteiras e centros de operações na Amazônia, apoiados por sensores e unidades especializadas em selva, buscando reagir rapidamente a ameaças e emergências ambientais ou humanitárias.
🇧🇷 Brasil lança hoje o submarino Almirante Karam, último da classe Riachuelo construída pelo PROSUB. O programa fortalece a indústria naval, amplia a capacidade da Marinha e prepara o caminho para o futuro submarino nuclear Álvaro Alberto. pic.twitter.com/2ujkXNrug4
— Geopolítica Hoje (@GeopoliticaHoj) November 26, 2025
Qual é o papel internacional do poder militar brasileiro
O poder militar brasileiro se expressa em missões de paz e cooperação com organismos multilaterais, como as operações da ONU no Haiti, Líbano e Timor-Leste.
Essas missões fortalecem o treinamento das tropas e o reconhecimento da capacidade de comando do país.
O Brasil participa de fóruns de segurança no Sul Global e em grupos como os BRICS, priorizando diplomacia e não alinhamento automático a blocos militares, mas mantendo um aparato de defesa capaz de proteger interesses estratégicos regionais e globais.
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