Netanyahu visita prédio atingido por míssil do Irã e promete retaliação
Entre os mortos em Bat Yam estão uma menina de 8 anos, um menino de 10 e um jovem de 18, segundo os serviços de resgate
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visitou neste domingo, 15, o prédio de mais de 12 andares atingido por um míssil balístico iraniano na cidade de Bat Yam, nos arredores de Tel Aviv.
O ataque provocou a morte de ao menos seis pessoas. Mais de 100 ficaram feridas e quatro estão desaparecidas.
Entre os mortos em Bat Yam estão uma menina de 8 anos, um menino de 10 e um jovem de 18, segundo os serviços de resgate.
Durante sua visita ao local do ataque, Netanyahu afirmou que o Irã “pagará um preço muito alto pelo assassinato de civis” e afirmou que Israel vive uma “batalha existencial”. Ele disse ainda que o país está “perto da vitória” contra a República Islâmica.
Em publicação no X, o primeiro-ministro escreveu:
“O Irã pagará um preço altíssimo pelo assassinato de mulheres, crianças e civis inocentes – e isso acontecerá em breve.
Estou aqui no local, juntamente com as forças de resgate e o Comando da Frente Interna. Em nome do povo de Israel, enviamos um abraço às famílias e, mais uma vez, apelamos a todos os cidadãos: obedeçam às instruções – isso salva vidas.
Estamos em uma batalha existencial contra um inimigo cruel que planeja a destruição.
Nossos soldados e pilotos estão operando bravamente – sobre os céus do Irã. Esta é uma guerra de salvação. Daremos um golpe na cara deles – e venceremos.”
O presidente de Israel, Isaac Herzog, também esteve no local e lamentou as mortes de “civis de todas as idades e origens, judeus e muçulmanos, jovens e idosos, veteranos israelenses e recém-chegados, sobreviventes do Holocausto e crianças pequenas” nos ataques lançados pelo Irã contra várias cidades do país.
Herzog afirmou que o objetivo da atual ofensiva aérea de Israel é “mudar a realidade no Oriente Médio” e acusou o regime iraniano de financiar inimigos regionais e ampliar sua capacidade nuclear, que classificou como “a mais perigosa para a humanidade”.
“Portanto, defendemos não apenas Israel, mas o Oriente Médio, a própria humanidade, a paz mundial. Apelo aos líderes do G7, reunidos amanhã no Canadá: todos devem estar conosco, porque se quiserem desmantelar as armas nucleares, é melhor que trabalhemos juntos”, disse o presidente.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)