Lei da propriedade horizontal confirma que vizinho pode utilizar exclusivamente um terraço ou jardim que seja comum, de acordo com o artigo 26.º

26.03.2026

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Lei da propriedade horizontal confirma que vizinho pode utilizar exclusivamente um terraço ou jardim que seja comum, de acordo com o artigo 26.º

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3 minutos de leitura 24.10.2025 16:18 comentários
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Lei da propriedade horizontal confirma que vizinho pode utilizar exclusivamente um terraço ou jardim que seja comum, de acordo com o artigo 26.º

A gestão e utilização de elementos comuns em edifícios sob o regime de propriedade horizontal é um tema de constante debate.

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Lei da propriedade horizontal confirma que vizinho pode utilizar exclusivamente um terraço ou jardim que seja comum, de acordo com o artigo 26.º
Lei da propriedade horizontal confirma que vizinho pode utilizar exclusivamente um terraço ou jardim que seja comum, de acordo com o artigo 26.º. Créditos: depositphotos.com / VladimirNenezic

A gestão e utilização de elementos comuns em edifícios sob o regime de propriedade horizontal é um tema de constante debate entre comunidades de proprietários na Espanha e de acordo com o artigo 26 da Lei de Propriedade Horizontal, é possível que um proprietário utilize de maneira exclusiva espaços como terraços ou jardins, desde que cumpridos certos requisitos legais.

Esses espaços são, a princípio, destinados ao usufruto de todos os proprietários, mas a regulamentação prevê exceções que permitem o uso exclusivo sob condições específicas.

O primeiro passo para um proprietário interessado nesse uso exclusivo é apresentar um pedido formal à comunidade.

Este pedido é submetido a votação em uma assembleia, onde deve obter a aprovação de uma maioria qualificada: três quintos dos proprietários, que representam também três quintos das quotas de participação.

Além disso, podem ser estabelecidas condições adicionais, como um pagamento econômico ou a realização de manutenções específicas.

Quais considerações a comunidade deve ter ao conceder o uso exclusivo?

A autorização para o uso exclusivo de elementos comuns não implica a transformação desses espaços em propriedade privada.

Trata-se de um direito de uso temporário e condicionado, pelo qual a comunidade mantém sua titularidade e pode revogar a autorização caso as condições mudem ou ocorram descumprimentos.

As condições habituais podem incluir o pagamento de uma compensação econômica, obrigações de manutenção ou restrições sobre modificações no espaço.

Implicações legais do uso exclusivo

O uso exclusivo traz importantes implicações legais tanto para o autorizante quanto para o autorizado. O proprietário beneficiado não apenas adquire o direito ao uso do espaço, mas também certas responsabilidades.

Deve respeitar as condições estabelecidas e não alterar a estrutura essencial do elemento comum.

A comunidade, por sua vez, tem o direito de impugnar judicialmente qualquer acordo que considere irregular ou prejudicial.

Lei da propriedade horizontal confirma que vizinho pode utilizar exclusivamente um terraço ou jardim que seja comum, de acordo com o artigo 26.º
Lei da propriedade horizontal confirma que vizinho pode utilizar exclusivamente um terraço ou jardim que seja comum, de acordo com o artigo 26.º. Créditos: depositphotos.com / mahod84

Elementos comuns sujeitos a uso exclusivo

Entre os espaços comuns mais frequentemente cedidos para uso privativo estão terraços, jardins, pátios e coberturas. O autorizado pode realizar instalações temporárias, sempre com a autorização da comunidade.

É cada vez mais comum a cessão para instalações de energias renováveis, como placas solares em coberturas ou pontos de recarga para carros elétricos em estacionamentos, situações que requerem o cumprimento de normativas adicionais.

Leia também: Mulher acerta 6 números, ganha R$ 202 milhões na mega-sena mas não leva por erro no bilhete e inicia batalha judicial

O que ocorre se um elemento comum é usado sem autorização?

O uso exclusivo de um elemento comum sem a autorização da assembleia pode acarretar sérias consequências legais.

A comunidade de proprietários tem a capacidade de tomar medidas legais contra o infrator, solicitar a cessação do uso indevido e restaurar o elemento ao seu estado original.

Os tribunais costumam favorecer as comunidades nessas disputas, impondo não apenas a cessação do uso exclusivo, mas também possíveis indenizações por danos causados.

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