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Iraque criminaliza relações homossexuais

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Redação O Antagonista
2 minutos de leitura 27.04.2024 20:47 comentários
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Iraque criminaliza relações homossexuais

A nova lei promulgada impõe penas de até 15 anos de prisão para indivíduos que mantêm relações homoafetivas.

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Iraque criminaliza relações homossexuais
Foto: Markus Spiske/Pexels

Recentemente, o Parlamento iraquiano aprovou uma lei que tem causado polêmica no cenário internacional, envolvendo a comunidade LGBT no Iraque. Essa decisão busca impor severas penalidades para relações entre pessoas do mesmo sexo.

O que diz a nova legislação iraquiana sobre relações homoafetivas?

No último sábado, um movimento legislativo significativo marcou a sociedade iraquiana. A nova lei promulgada impõe penas de até 15 anos de prisão para indivíduos que mantêm relações homoafetivas.

  • Penalidade de 10 a 15 anos por envolvimento em relações homoafetivas.
  • Penalidade de 7 anos por promover a homossexualidade ou prostituição.
  • Penalidade de 1 a 3 anos para mudança de gênero biológico ou vestimentas afeminadas.

A justificativa do Parlamento se apoia na “proteção dos valores religiosos” e da “moralidade social”, conforme expresso na própria legislação, levantando questões amplas sobre os impactos dessas escolhas legislativas na vida milhares de pessoas e na imagem do Iraque perante outros países.

Qual a perspectiva dos apoiantes da lei?

Apoiada majoritariamente por partidos conservadores muçulmanos xiitas, a lei reflete uma tentativa de ancorar as normativas sociais do país às suas raízes religiosas tradicionais. Líderes desses grupos têm defendido a medida como uma forma de resguardar a juventude iraquiana das influências de culturas que consideram moralmente degradantes.

Como a comunidade internacional reagiu a essa mudança?

A resposta global foi rápida e amplamente crítica. Muitos países e organizações internacionais viram essa decisão como um ataque direto aos direitos da comunidade LGBT no Iraque. Adicionalmente, ainda que a medida original propusesse a pena de morte para atos homoafetivos, ajustes foram necessários face a pressões internacionais.

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