O recurso escondido no seu smartphone que pode melhorar a bateria em 20%

14.02.2026

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O recurso escondido no seu smartphone que pode melhorar a bateria em 20%

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Redação O Antagonista
4 minutos de leitura 14.02.2026 10:44 comentários
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O recurso escondido no seu smartphone que pode melhorar a bateria em 20%

Um minuto de ajuste, horas de bateria

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O recurso escondido no seu smartphone que pode melhorar a bateria em 20%
Essa função pode aumentar o consumo da sua bateria de maneira gigante

Muita gente culpa o celular, mas o vilão às vezes é uma configuração silenciosa. Em vários modelos, o consumo alto não vem de bateria “viciada”, e sim de um recurso ativado por padrão: a taxa de atualização da tela. Reduzir os Hz da tela pode aumentar a autonomia da bateria em até 15% a 20%, dependendo do aparelho e do seu uso. E o melhor: é um ajuste que leva menos de um minuto.

Como reduzir a taxa de atualização e economizar bateria no celular?

A taxa de atualização é a frequência com que a tela se redesenha por segundo. Quando você usa 90 Hz ou 120 Hz, a navegação fica mais suave, principalmente em rolagem e animações. Só que essa fluidez tem um custo: a tela trabalha mais, o sistema precisa renderizar mais quadros e a energia vai embora sem você perceber.

Para quem quer economizar bateria, a troca para 60 Hz costuma ser a mudança mais rápida e com impacto real no dia. O ganho é ainda mais evidente em uso comum, como redes sociais, mensagens e navegação, em que a diferença visual nem sempre compensa o gasto extra.

A taxa de atualização da sua tela pode estar consumindo mais bateria do que o necessário
A taxa de atualização da sua tela pode estar consumindo mais bateria do que o necessário

O que são Hz no smartphone e por que isso influencia tanto a bateria?

Hz significa “atualizações por segundo”. Em 60 Hz, a tela atualiza 60 vezes; em 120 Hz, atualiza 120. Parece só um detalhe, mas envolve mais esforço do painel da tela, mais demanda do processador gráfico e mais trabalho do sistema como um todo, o que pode aumentar a temperatura do aparelho e acelerar o consumo.

Além disso, muitos celulares chegam com 90 Hz ou 120 Hz ativados para parecerem mais rápidos na vitrine. O problema é que, no cotidiano, esse modo “turbinado” fica ligado o tempo todo, mesmo quando você só está lendo um texto ou respondendo mensagens.

Leia também: Coisas que não deve fazer com o celular se quiser que ele dure muito mais

Como ajustar a taxa de atualização no Android e no iPhone?

No Android, o caminho costuma ficar em Configurações, depois Tela, e então a opção de taxa de atualização. Quando existir, escolher 60 Hz ou “padrão” já reduz o gasto. Em alguns aparelhos, o modo adaptativo é uma boa alternativa, porque o sistema alterna a taxa conforme a atividade, sem deixar 120 Hz fixo o dia inteiro.

No iPhone com ProMotion, a mudança costuma estar em Ajustes, Acessibilidade e Movimento, com a opção de limitar a taxa de quadros. Ao ativar, o aparelho reduz a taxa máxima e prioriza economia. É uma forma simples de melhorar a duração da bateria sem mexer em nada mais avançado.

Maior taxa de atualização mostra maior quantidade de imagens por segundo na tela, resultando em maior consumo de bateria
Maior taxa de atualização mostra maior quantidade de imagens por segundo na tela, resultando em maior consumo de bateria

Você vai sentir diferença na fluidez ou só na bateria?

Se você joga muito, usa telas com animações rápidas ou é bem sensível à rolagem, pode perceber que 60 Hz fica menos “sedoso”. Para muita gente, porém, em uso normal de WhatsApp, vídeos, e-mails e redes sociais, a mudança é pequena, e o benefício aparece no que importa: o celular passa a chegar no fim do dia com mais folga.

O ponto-chave é entender seu perfil. Se o objetivo é ganhar horas extras, reduzir os Hz é uma troca inteligente, porque ataca uma das fontes mais constantes de consumo e evita aquela sensação de “a bateria evapora mesmo sem eu fazer nada”.

Vale a pena fazer esse ajuste para aumentar a autonomia em 2026?

Vale muito se você vive com o carregador na mão, usa poucos jogos pesados e quer prolongar a vida útil do aparelho. Em muitos casos, o “problema da bateria fraca” é mais configuração do que desgaste. E quando você corrige isso, a sensação é de celular novo, sem gastar um centavo.

Se quiser potencializar ainda mais, combine o ajuste com hábitos simples como manter brilho automático ativado, usar modo escuro em telas OLED e limitar apps em segundo plano. O resultado costuma ser um uso mais estável, menos aquecimento e mais tempo longe da tomada.

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