Jogadores de futebol que morreram em 2025: lista completa, causas e homenagens
O futebol mundial viveu um ano marcado por perdas significativas em 2025 que vão desde ídolos históricos a jogadores em atividades.
O futebol mundial viveu um ano marcado por perdas significativas em 2025. Ídolos históricos, jogadores em atividade e nomes ligados a seleções nacionais faleceram ao longo do ano, provocando comoção entre torcedores, clubes e federações.
Este levantamento reúne os principais jogadores de futebol que morreram em 2025, com informações confirmadas por veículos internacionais e registros oficiais.
A lista inclui atletas de diferentes gerações e continentes, refletindo o impacto global do esporte mais popular do planeta.
Mortes de jogadores de futebol em 2025: quem foram
Werner Leimgruber (Suíça)
Ex-zagueiro do FC Zürich e da seleção suíça, Leimgruber disputou a Copa do Mundo de 1966. Morreu em 2 de janeiro de 2025, aos 90 anos. É lembrado como um dos defensores mais consistentes do futebol suíço no pós-guerra.
Marius Ciugarin (Romênia)
Meio-campista histórico do futebol romeno, com passagem pelo Steaua Bucareste. Faleceu em 9 de janeiro de 2025, aos 75 anos, deixando legado importante no futebol do Leste Europeu.
Diogo Jota (Portugal)
Atacante do Liverpool e da seleção portuguesa, Diogo Jota morreu em 3 de julho de 2025, aos 28 anos, em um acidente de carro na Espanha. O jogador vivia um dos melhores momentos da carreira e sua morte gerou forte repercussão internacional.

André Silva (Portugal)
Irmão de Diogo Jota e jogador profissional do Penafiel, André Silva também faleceu no mesmo acidente, aos 25 anos. Clubes portugueses prestaram homenagens conjuntas aos irmãos.
Aaron Boupendza (Gabão)
Atacante da seleção gabonesa, com passagens por clubes da Europa, China e Estados Unidos. Boupendza morreu em 16 de abril de 2025, aos 28 anos, após uma queda de um prédio na China, onde atuava.
Jorge Eladio Bolaño (Colômbia)
Ex-meio-campista da seleção colombiana e de clubes tradicionais do país, Bolaño faleceu em 6 de abril de 2025, aos 47 anos. Foi um nome importante do futebol colombiano nos anos 1990 e 2000.
Wilberforce Mfum (Gana)
Lenda do futebol ganês, entrou para a história ao marcar o primeiro gol de Gana na Copa Africana de Nações. Morreu em 11 de maio de 2025, aos 88 anos, sendo amplamente homenageado no continente africano.
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Ghana's first ever scorer at the AFCON in 1963, Wilberforce Mfum, passes away at age 88. pic.twitter.com/CYpOx0ec90
— GTV Ghana (@GTV_Ghana) May 11, 2025
Emmanuel Jérôme Kundé (Camarões)
Ex-zagueiro da seleção camaronesa, ícone da geração dos anos 1980. Kundé faleceu em 16 de maio de 2025, aos 68 anos. Foi peça-chave na consolidação do futebol africano no cenário mundial.
Peter Rufai (Nigéria)
Ex-goleiro da seleção nigeriana e referência histórica do país. Morreu em 2025, com a data exata não amplamente divulgada. Rufai foi símbolo de liderança e protagonismo no futebol africano.
Waké Nibombé (Togo)
Ex-goleiro e internacional por Togo, faleceu em 16 de outubro de 2025, aos 51 anos. Atuou como referência técnica e institucional no futebol togolês.
Adam Hogg (Escócia)
Ex-jogador escocês com passagens por clubes tradicionais do Reino Unido. Morreu em 6 de novembro de 2025, aos 91 anos, sendo um dos atletas mais longevos desta lista.
Casos trágicos e mortes em contexto de violência
Além de falecimentos naturais, 2025 também foi marcado por mortes trágicas e violentas envolvendo jogadores:
- Mario Pineida, defensor equatoriano do Barcelona de Guayaquil, foi morto a tiros em dezembro de 2025.
- Andrej Lazarov, jogador do FC Shkupi (Macedônia do Norte), morreu em março ao tentar ajudar pessoas durante um incêndio.
- Suleiman al-Obeid, conhecido como o “Pelé Palestino”, morreu em 2025 em meio ao conflito na Faixa de Gaza.
Um ano de luto para o futebol mundial
As mortes de jogadores de futebol em 2025 deixaram um impacto profundo no esporte. De jovens talentos interrompidos precocemente a ídolos históricos que marcaram gerações, o ano reforçou a fragilidade da vida mesmo entre atletas de alto rendimento.
Clubes, torcedores e federações prestaram homenagens globais, demonstrando que o futebol vai além das quatro linhas: é memória, legado e emoção coletiva.
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