O oxigênio da Terra não é eterno e a ciência já sabe quando ele começa a diminuir
Nada no planeta é eterno, nem o oxigênio
Um estudo científico recente acendeu um alerta curioso e inquietante sobre o futuro do planeta. Pesquisadores ligados à NASA indicam que o oxigênio da atmosfera terrestre não é permanente e que, em escala geológica, já existe um prazo estimado para o início de um processo irreversível de queda desse elemento essencial à vida.
O oxigênio da Terra tem prazo de validade?
A ideia de prazo de validade não se refere a um colapso imediato, mas a um processo lento e progressivo. Os modelos científicos apontam que o equilíbrio atual do oxigênio é temporário dentro da história do planeta.
Assim como a Terra passou bilhões de anos sem oxigênio livre no passado, ela pode voltar a um estado semelhante no futuro, conforme mudanças naturais alteram a química da atmosfera.

Quando o oxigênio começa a diminuir segundo os cientistas?
De acordo com as simulações, o declínio começa em cerca de 10 mil anos. Embora pareça muito distante, esse período é considerado curto quando se fala em tempo geológico.
A partir desse ponto, a redução tende a se acelerar ao longo de milhões de anos, tornando o processo irreversível para a vida complexa como a conhecemos hoje.
Por que o oxigênio tende a diminuir com o tempo?
O principal fator não está ligado à ação humana, mas à evolução natural do Sol. Com o envelhecimento, o astro se torna mais luminoso e aquece gradualmente a Terra.
Esse aumento de energia altera a química atmosférica, reduzindo o dióxido de carbono disponível para a fotossíntese. Com menos fotossíntese, a produção de oxigênio cai de forma contínua.

Quais mudanças acontecem na atmosfera durante esse processo?
Os modelos indicam uma atmosfera com níveis muito baixos de dióxido de carbono, aumento de metano e enfraquecimento da camada de ozônio, o que eleva a radiação na superfície.
Com isso, plantas, animais e humanos teriam dificuldades crescentes de sobrevivência, enquanto microrganismos que não dependem de oxigênio passariam a dominar.
O que essa descoberta ensina sobre a fragilidade da vida?
O estudo mostra que o oxigênio não é um estado permanente, mas uma fase da história planetária. Isso muda a forma como entendemos a própria Terra e também como buscamos sinais de vida em outros mundos.
Mais do que um alerta imediato, a descoberta reforça a ideia de que a vida complexa depende de condições raras, temporárias e extremamente delicadas.
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