Esta mulher não come nenhuma comida há mais de 16 anos
Mulawerk vive há 16 anos sem comida nem água, conciliando fé, rotina diária e mistério médico em um caso que desafia explicações científicas
Uma mulher etíope chamada Mulawerk afirma não comer nem beber há 16 anos e, ainda assim, leva uma vida ativa, cuida da filha, da casa e da horta, o que intriga moradores locais, médicos e autoridades que já a examinaram em diferentes países, misturando medicina, fé e mistério em um dos relatos mais curiosos sobre o corpo humano.
Quem é Mulawerk e como começou sua falta de apetite?
Mulawerk vive em uma área rural da Etiópia, em uma casa oferecida pelo primeiro-ministro, maior e mais protegida que as dos vizinhos. Ela é vista na região como uma figura única, com cartazes em sua sala que destacam sua história incomum e atraem visitantes curiosos.
Desde criança, segundo a família, ela demonstrava pouca vontade de comer e, com o tempo, relata ter perdido completamente o apetite por comida e água. Em um dia específico, afirmou ter comido sem ter colocado nada na boca e, a partir daí, diz nunca mais ter sentido fome ou sede.

O que a medicina já observou sobre o caso de Mulawerk?
Mulawerk foi examinada em hospitais na Etiópia e em clínicas de países como Dubai, Catar e Arábia Saudita, ficando alguns dias sob observação contínua. Em exames de imagem e avaliações clínicas, médicos teriam registrado ausência de alimentos no estômago e intestinos, mas um quadro físico estável.
Durante a gravidez, ela recebeu glicose para garantir nutrição ao bebê, mesmo afirmando não comer nem beber. Segundo relatos dela e de pessoas próximas, médicos teriam concluído que seu organismo está “100% saudável”, o que contrasta com o conhecimento atual sobre a necessidade de alimentação para a sobrevivência.
Como é a rotina diária de alguém que diz não comer há anos?
Apesar do suposto jejum extremo, Mulawerk descreve uma rotina ativa, cuidando da horta, limpando a casa e organizando o quintal. Ela diz não gostar de ficar parada e participa de atividades comunitárias, o que chama atenção pela ausência de sinais evidentes de fraqueza intensa.
Um aspecto curioso é que ela cozinha para a família e visitantes, preparando pratos típicos etíopes e chás, sem provar nada do que faz. Segundo a família, ela ajusta temperos apenas pela textura, cheiro e aparência, e afirma que estar cercada de comida não desperta nela fome ou vontade de experimentar.
Nessa rotina, alguns pontos chamam ainda mais atenção dos visitantes e dos profissionais de saúde que acompanharam o caso ao longo dos anos:

O que dizem vizinhos, família e como a fé entra nessa história?
Vizinhos e parentes afirmam nunca tê-la visto comer ou beber, nem em casa nem em eventos públicos, e relatam visitas de equipes médicas para observá-la ao longo dos anos. A família diz que, no início, houve medo por sua saúde, mas que se acostumou ao quadro, já que ela se mantém funcional e ativa.
Mulawerk é cristã ortodoxa e atribui sua condição à vontade de Deus, encarando o estado de jejum como algo que fortalece sua espiritualidade. A irmã também relata que ela costuma ter sonhos que depois se realizam, o que, para a família, reforça a ideia de que ela seria abençoada ou diferente.
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Quais aspectos tornam o caso de Mulawerk tão enigmático?
Mesmo que o conhecimento científico indique que o corpo humano não sobrevive longos períodos sem água e comida, os relatos sobre Mulawerk continuam desafiando explicações simples. Sua história levanta debates sobre os limites entre medicina, crença religiosa, cultura local e experiências individuais.
Entre os elementos mais citados por quem acompanha o caso, estão justamente essa combinação de exames sem achados claros, da rotina ativa e da dimensão espiritual atribuída por ela e pela comunidade. Para muitos, o enigma não está apenas em como o corpo sobreviveria sem alimento, mas em como diferentes saberes — médico, religioso e popular — tentam interpretar o que acontece com Mulawerk sem chegar a uma conclusão definitiva.
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