Buraco negro devorando estrela é flagrado pelo telescópio Hubble, vídeo
Localizado a 40.000 anos-luz do centro da galáxia NGC 6099, este possível BNMI desafia a observação convencional.
As equipes do Telescópio Espacial Hubble e do Observatório de Raios-X Chandra, ambas da NASA, capturaram uma imagem que pode representar um novo exemplo de buraco negro de massa intermediária (BNMI).
Localizado a 40.000 anos-luz do centro da galáxia NGC 6099, este possível BNMI desafia a observação convencional.
- Localização do BNMI a 450 milhões de anos-luz da Terra.
- Difícil observação devido à localização fora dos centros galácticos.
- Exploração de hipóteses sobre a origem dos BNMIs.
O que são buracos negros de massa intermediária?
Os buracos negros de massa intermediária são esquivos e complexos.
Diferentemente dos fenômenos menores, formados pelo colapso de estrelas, e dos supermassivos, encontrados no centro das galáxias, os intermediários não possuem uma causa comprovada.
Hipóteses incluem a fusão de buracos negros menores ou energia resultante da colisão de estrelas.
Este vídeo ilustra um buraco negro de massa intermediária capturando e destruindo gravitacionalmente uma estrela. Ao se aproximar do centro do aglomerado, mostra um close do buraco negro. Uma estrela vagueia perto do buraco negro e é dilacerada gravitacionalmente. pic.twitter.com/F9K57Bls0S
— Terra Rara🇧🇷🇺🇸🇮🇱ن🪁 (@Terra_Rara) August 4, 2025
Por que esta descoberta é significativa?
Essa descoberta desafia as teorias estabelecidas sobre buracos negros. Capturada inicialmente em 2009 pelo Chandra, a fonte excepcional de raios-X foi monitorada ao longo de anos.
Isso forneceu insights valiosos sobre sua evolução e um possível mecanismo de alimentação por estrelas em 2012.
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🚨ATENÇÃO: Telescópio Espacial Hubble identifica possível novo tipo raro de buraco negro pic.twitter.com/xZTmIgm2l8
— Astronomiaum (@astronomiaum) July 31, 2025
Quais são as implicações futuras?
A presença de BNMIs pode trazer entendimentos sobre o elo perdido na evolução desses fenômenos. Segundo o autor Yi-Chi Chang, essas fontes intensamente luminosas são raras, mas vitais para a pesquisa.
Acompanhando o BNMI, poderíamos estudar seu comportamento de consumo estelar e ciclos luminosos.
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