O SUV barato de entrada que pode custar pouco mais de um salário mínimo no seu bolso
Veja os custos e entenda se cabe no seu bolso antes de comprar
O Chevrolet Tracker 2026 surge como uma das principais apostas da marca no segmento de SUV compacto no Brasil, especialmente na versão de entrada com motor turbo e câmbio automático, buscando equilibrar preço, tecnologia e custo de uso frente a rivais como Hyundai Creta, Honda HR-V e Volkswagen T-Cross.
Qual o preço do véiculo e seu posicionamento no mercado?
O preço sugerido da versão de entrada Tracker Turbo AT gira em torno de R$ 119.900, servindo como porta de acesso à linha 2026. Acima dela, aparecem as versões LT (cerca de R$ 145.990), LTZ (aproximadamente R$ 160.790) e as topo de linha Premier e RS, que chegam perto de R$ 177.990, podendo encostar em R$ 190.000 com opcionais.
Esse leque coloca o Tracker entre os SUVs compactos de perfil mais “premium” nas versões superiores, enquanto a Turbo AT mira quem quer gastar menos sem abrir mão de motor turbo flex e câmbio automático. Assim, o modelo tenta se equilibrar entre custo inicial competitivo e boa oferta de equipamentos para se manter atrativo no segmento.
Qual o custo de manutenção?
O custo de manutenção do Tracker 2026 é um dos pontos analisados por quem busca um SUV compacto para uso urbano e rodoviário. Nas versões intermediárias, a primeira revisão aos 10.000 km costuma ficar pouco acima de R$ 400, enquanto a segunda, aos 20.000 km, se aproxima de R$ 1.000, com demais revisões até 60.000 km variando entre cerca de R$ 700 e pouco mais de R$ 1.000.
Considerando uso de até 15.000 km por ano, muitos proprietários gastam algo entre R$ 2.500 e R$ 4.000 anuais em manutenção preventiva, peças de desgaste natural e pequenos serviços. Entre os itens mais frequentes estão pastilhas de freio, fluidos e filtros, e, em comparação a rivais diretos, o Tracker tende a apresentar manutenção relativamente suave.
Assista um vídeo do canal Carro Chefe com detalhes do veículo:
Quanto você paga em seguro e impostos anuais?
No campo do seguro, os valores médios variam conforme perfil do condutor, região e coberturas contratadas. Para um motorista adulto, com histórico sem sinistros e veículo em garagem, o custo anual fica em geral entre R$ 3.200 e R$ 4.000, patamar considerado competitivo frente a alguns SUVs japoneses e coreanos similarmente equipados.
O IPVA é calculado sobre o valor venal do veículo, e em estados com alíquota de 4% um Tracker avaliado em torno de R$ 120.000 gera imposto anual próximo de R$ 4.800, somado a cerca de R$ 160 de licenciamento. Em linhas gerais, o proprietário deve reservar algo próximo de R$ 4.960 por ano apenas para atender às obrigações tributárias básicas.
Qual o custo total anual com depreciação?
Ao somar os principais itens de despesa, o custo total anual do Chevrolet Tracker 2026 fica em uma faixa que ajuda a planejar o orçamento do proprietário. Em um cenário médio, os valores estimados incluem manutenção, seguro, impostos e combustível ao longo do ano.
Manutenção preventiva
Despesa anual estimada entre R$ 2.500 e R$ 4.000, incluindo revisões, peças de desgaste e mão de obra.
Seguro anual
Valor médio entre R$ 3.200 e R$ 4.000 por ano, variando conforme perfil do condutor e região.
IPVA + licenciamento
Custo aproximado de R$ 4.960 ao ano, considerando imposto estadual e taxa de licenciamento.
Combustível
Gasto anual estimado entre R$ 6.900 e R$ 7.500, considerando uso regular do veículo.
Assim, o custo total gira entre R$ 17.860 e R$ 20.160 por ano, o que representa algo em torno de R$ 1.490 a R$ 1.680 por mês, sem considerar financiamento ou estacionamento. A depreciação tende a ser baixa para o segmento, com estudos apontando queda próxima de 3,7% ao ano, favorecendo o valor de revenda e reforçando a percepção de que o Tracker pode valer a pena no médio prazo.
Qual o consumo de combustível diário?
Com motor turbo flex, o Tracker 2026 tende a oferecer consumo moderado para o segmento, o que pesa positivamente no custo de uso diário. Em cenário urbano com gasolina, as médias costumam ficar entre 12 e 14 km/l, enquanto na estrada giram em torno de 13 a 14 km/l, segundo medições reais de uso.
Considerando 15.000 km por ano, consumo médio de 13 km/l e gasolina a R$ 6,00 o litro, o gasto anual se aproxima de R$ 7.000, variando geralmente entre R$ 6.900 e R$ 7.500. Estilo de condução, trânsito intenso e uso de ar-condicionado influenciam diretamente essas médias, podendo elevar ou reduzir o custo de combustível.
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