Justin Baldoni desiste de intimar Taylor Swift em processo judicial
Ator planejava ter a cantora arrolada como testemunha em processo que envolve o filme É Assim que Acaba
Justin Baldoni retirou a intimação judicial que havia emitido à cantora Taylor Swift, afastando-a do processo movido contra a atriz Blake Lively. A ação envolve acusações de extorsão e difamação contra a colega de elenco no filme É Assim que Acaba, e também inclui alegações de assédio por parte de Lively.
A decisão foi confirmada nesta sexta-feira (23), após os advogados de Blake Lively alegarem que Justin Baldoni tentava desviar o foco do processo e explorar a popularidade de Taylor Swift.
Defesa diz que Taylor Swift foi usada para sensacionalismo
“Estamos satisfeitos que Justin Baldoni e os representantes da Wayfarer tenham retirado as intimações abusivas direcionadas a Taylor Swift e ao escritório de advocacia dela”, declarou um porta-voz de Blake Lively.
Segundo a defesa da atriz, a estratégia visava utilizar o nome de Taylor Swift para criar sensacionalismo. A cantora, que licenciou o uso de My Tears Ricochet para a trilha sonora do filme, foi envolvida por conta de sua amizade com Blake Lively e Ryan Reynolds, marido da atriz.
Justin Baldoni alegou que o casal o pressionou a aceitar alterações no roteiro, mas o porta-voz da cantora negou qualquer envolvimento criativo de Taylor no longa-metragem.
Justin Baldoni nega acusações de assédio contra Blake Lively
Taylor Swift, de acordo com sua equipe, não participou de decisões sobre o filme e só assistiu à produção semanas após o lançamento. A cantora estava em turnê mundial nos anos de 2023 e 2024, e, segundo os advogados, a tentativa de convocá-la tinha como objetivo gerar repercussão midiática e não esclarecer os fatos do caso.
Nos documentos apresentados à Justiça, Justin Baldoni chegou a afirmar que Taylor Swift teria elogiado o novo roteiro durante um encontro informal na casa do casal e que ele teria visto a “edição” como um sinal de que deveria acatar as mudanças propostas pela ex-colega de cena. O julgamento está previsto para março de 2026.
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