Atriz de ‘Sex and The City’ reclama de excesso de brancos na série
Intérprete de Miranda Hobbes no seriado, Cynthia Nixon apontou uma 'branquitude excessiva' na trama de sucesso
Cynthia Nixon, conhecida pelo papel de Miranda Hobbes em Sex and The City, criticou a “branquitude excessiva” no elenco original da série, fenômeno global desde o final dos anos 1990.
Em entrevista à revista italiana Grazia, a atriz admitiu desconforto com a falta de diversidade na trama. “Sempre foi muito difícil para mim estar em um programa tão branco. Sempre odiei isso”, desabafou.
Artista expõe justificativa dos produtores de Sex and The City
Ela explicou que a justificativa da produção era a inspiração na vida de Candace Bushnell. “Quando a gente levantava essa questão, nos diziam: ‘este é o mundo da Candace, e o mundo dela é muito branco'”, relembrou.
Para a atriz, a forma como Sex and The City tratava outros temas de diversidade, como a representação de pessoas trans e da comunidade LGBT+, também era “constrangedora”.
Defensora dos direitos humanos, a eterna Miranda de Sex and The City é filiada ao Partido Democrata e é casada com a ativista Christine Marinoni. Além de estrelar o original, Cynthia Nixon voltou a interpretar a personagem no reboot And Just Like That, atualmente na 3ª temporada na Max.
Reboot acabou virando um contraponto do seriado original
Ela afirmou que a nova série oferece oportunidade de mostrar um universo mais plural, em contraste com a versão original. Na terceira temporada da trama, Carrie (Sarah Jessica Parker) inicia a temporada vivendo em seu novo apartamento no Gramercy Park, acompanhada de seu gato, Shoe.
Ela enfrenta os desafios de um relacionamento à distância com Aidan Shaw, após decidirem dar um tempo devido a questões familiares dele.
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