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Luiz Marinho contra a desoneração da folha de pagamento

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Otávio Augusto
2 minutos de leitura 29.11.2023 12:45 comentários
Economia

Luiz Marinho contra a desoneração da folha de pagamento

Na avaliação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a desonerações da folha de pagamento não gera empregos para o país...

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Otávio Augusto
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Luiz Marinho contra a desoneração da folha de pagamento
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na avaliação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a desonerações da folha de pagamento não gera empregos para o país.

Para ele, a geração de postos de trabalho é motivada pelo aumento da demanda por produção.

“É preciso, na reforma tributária, buscar e planejar de tal forma que dê solução para o conjunto da economia e, nesse bojo, observar setores que eventualmente necessitem de uma atenção além. Agora, escolher setores com a justificativa [apresentada] de geração de empregos, eu não acredito. O que gera empregos não é salário menor deste ou daquele setor, nem é incentivo fiscal para este ou aquele setor. O que gera emprego maior é a economia estar demandando mais produção”, comentou.

A declaração foi dada durante entrevista coletiva sobre os dados do Caged, na terça-feira (28), em Brasília.

Marinho disse ver um “contrassenso” se falar em desoneração de setores no momento em que o Congresso ainda executa a reforma tributária.

As falas ocorrem, ao mesmo tempo, em que parlamentares e empresários articulam no Congresso a derrubada do veto do presidente Lula.

O chefe do Palácio do Planalto vetou integralmente a prorrogação até 2027 a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia. Com isso, a medida perde valor em 31 de dezembro.

A desoneração alivia encargos dos setores de indústrias têxtil, calçados, máquinas e equipamentos e proteína animal, construção civil, entre outros.

Na prática, os setores desonerados pagam alíquotas de até 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% de contribuição sobre a folha de salários para a Previdência Social.

O impacto para o governo federal chega a 18 bilhões de reais. A medida impacta empresas que contratam diretamente 8,9 milhões de pessoas.

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