O giro de Flávio pelo Oriente Médio
Acompanhado de Eduardo Bolsonaro, senador participou de jantar no palácio do príncipe do Bahrein
Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participa de uma série de reuniões no Bahrein, incluindo um jantar no palácio do príncipe Sheikh Khaled bin Hamad Al Khalifa, uma das principais lideranças do país árabe.
A agenda conta com a companhia do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que acompanha o início da agenda internacional do senador.
Nas redes sociais, Eduardo publicou foto com Flávio vestindo as roupas tradicionais do país.
Segundo a assessoria de Flávio, o príncipe do Bahrein demonstrou interesse na saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente preso na Papudinha, em Brasília.
Israel
No início da semana, Flávio participou da Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo, realizada em Israel.
Em discurso feito em inglês, o senador chamou o presidente Lula (PT) de “antissemita”.
“Sob a presidência de Lula, a política externa brasileira sofreu uma profunda falha moral. Deixe-me ser bem claro: Lula é antissemita. Isso não é um slogan, nem um exagero. Baseia-se em suas ideias, em seus assessores, em suas palavras e em suas ações. O principal articulador da política externa de Lula, seu principal assessor, Celso Amorim, escreveu o prefácio de um livro que elogia o Hamas e o apresenta como um grupo político normal. O Hamas não é um grupo de resistência. O Hamas é uma organização terrorista. O mesmo grupo que assassinou famílias israelenses inocentes em 7 de outubro. Isso demonstra que o que vemos hoje não é um acidente, não é um erro, é uma ideologia, e essa ideologia não fica apenas no papel. Ela se transforma em ação governamental.
No início de 2023, o governo brasileiro permitiu a entrada em um porto brasileiro de navios de guerra iranianos, de um regime que abertamente defende a destruição de Israel. Após o massacre do Hamas em 7 de outubro, enquanto Israel ainda lamentava suas vítimas, Lula se apressou em acusar Israel de agir de forma violenta e injusta. Quando cidadãos brasileiros deixaram Gaza em novembro de 2023, Lula aproveitou o momento não para condenar o Hamas, mas para atacar Israel. A partir de 2023, o Brasil votou repetidamente contra Israel nas Nações Unidas e em outros organismos internacionais. Em fevereiro de 2024, Lula ultrapassou os limites morais ao comparar as ações de Israel ao Holocausto e ao fazer uma declaração absurda que insultou o povo judeu e minimizou o pior crime da história. O Brasil, então, retirou seu embaixador de Israel, interrompeu a cooperação militar com empresas israelenses, apresentou falsas acusações de genocídio contra Israel em tribunais internacionais e se recusou a aprovar um novo embaixador para Israel.
Esses não são erros isolados. Eles representam uma parceria clara e intencional. Senhoras e senhores, falo hoje não apenas como senador, mas como candidato à presidência do Brasil.”
A viagem do senador contou com uma agenda com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e um encontro com o presidente do país, Isaac Herzog.
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Comentários (1)
Magdalena Buzolin
30.01.2026 23:12O que passa na cabeça desta turma? Viajando a troco de nada, turistando com nosso $$. Nosso Brasil não merece estes elementos com cérebro afetado pelo narcisismo.