Movimento por prisão humanitária de Bolsonaro reúne quase 200 parlamentares
Até o momento, 150 parlamentares assinaram pedido na Câmara; no Senado, 42 subscreveram documento apresentado ao Supremo
A mobilização tanto na Câmara quanto no Senado em prol da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro já conta com o apoio de aproximadamente 200 parlamentares.
Somente entre os deputados, 150 parlamentares já subscreveram o pedido de prisão domiciliar humanitária em favor do ex-presidente. No Senado, como mostramos, 42 integrantes da Casa Alta endossaram o pedido.
O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão pela condenação na ação penal do golpe de Estado, em uma sala de Estado-Maior na Superintendência.
Nos pedidos, tanto na Câmara quanto do Senado, os parlamentares criticam o tratamento dado ao ex-mandatário na carceragem da Polícia Federal, em Brasília.
Segundo as duas petições, as condições de saúde de Jair Bolsonaro exigem um monitoramento médico contínuo, vigilância permanente e resposta imediata a intercorrências, o que, de acordo com os senadores, não teria sido plenamente assegurado durante o período de custódia.
Flávio fala em “tortura psicológica”
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está sendo “torturado psicologicamente” na PF.
Flávio relatou uma conversa que teve com Bolsonaro sobre o barulho constante e intenso do ar-condicionado central, alvo de críticas recorrentes por parte de familiares do ex-presidente.
“Independente de qual seja a razão, é um é um grande risco ele ficar sozinho. Ele precisa de cuidados permanentes, alguém 24 horas do lado dele, da família ou de enfermagem. Por isso a gente tem insistido tanto com um pedido de domiciliar humanitária, que é o que eu espero que o quanto antes seja deferido. Porque o que estão fazendo com ele aqui é uma tortura.
Na hora que eu estava saindo, ele ainda me alertou. Falei: “Esse barulho aqui do ar condicionado que você ouve no seu quarto, um barulho forte de ar condicionado”. Ele falou: “Flávio, se fosse esse o barulho tava bom, é muito mais forte do que esse.” Então, a sala onde a gente conversa quando você sai para se dirigir aqui pra parte de fora, dá para ouvir bem o som do ar condicionado, muito alto. Ele está sendo torturado psicologicamente, sendo obrigado a ficar 12 horas por dia dormindo com um barulho desse no seu ouvido. Isso não existe. Isso não, isso é uma tortura que tem que mudar“, disse a jornalistas.
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Comentários (2)
Pois é . A tiazinha do zap talvez prefira trocar as celas com seu Capetão .
Sonia
14.01.2026 08:08E as outras pessoas que entraram de bobeira nessa atrapalhada, não ouço ninguém brigar por eles. Quanto ao Bolsonaro, não aguento mais ouvir esse nome.