Líder da oposição no Senado aciona TCU sobre ‘quentinhas invisíveis’
Para o parlamentar, há indícios de que o governo tenha favorecido entidades aliadas ao PT no andamento do susposto esquema
O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, solicitou ao Tribunal de Contas da União (TCU) a abertura de uma investigação sobre suposto esquema envolvendo ONGs ligadas ao PT.
Marinho destaca que as instituições receberam R$ 5,6 milhões do Ministério do Desenvolvimento para a distribuição de refeições a pessoas carentes, mas não comprovaram a efetiva entrega dos alimentos.
Para o parlamentar, há indícios de que o governo tenha favorecido entidades próximas ao PT em um possível desvio de recursos públicos.
Marinho afirmou que o caso é mais um exemplo do mau uso do dinheiro público e expõe uma prática recorrente de favorecimento político, em que políticas sociais são desviadas para atender a interesses partidários.
“O PT distribui quentinhas fantasmas e mostra que saqueia o Brasil até na fome dos mais pobres! Em Lula 3, dinheiro público some, aliados enriquecem e o povo passa fome! Por isso, acionamos o TCU para que esse escândalo seja investigado!”, afirmou.
Câmara dos Deputados
Na Câmara dos Deputados, parlamentares de oposição também reagiram ao escândalo e acionaram órgãos de fiscalização para investigar as denúncias de irregularidades.
O deputado Nikolas Ferreira (PL – MG) disse que vai requerer do Minitério Público uma apuração sobre os termos do acrodo.
O partido NOVO enviou uma representação ao Tribunal de Contas da União (TCU). O documento, assinado pelos deputados partido, destaca a falta de informações essenciais sobre a prestação de serviços e indícios de desvio de recursos públicos.
O deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS) também acionou o TCU e a Procuradoria Geral da República (PGR) sobre o caso. “Já acionamos a Procuradoria-Geral da República e o Tribunal de Contas da União para que investiguem esse esquema que pode ser um grande caso de corrupção. Não podemos tolerar que a população vulnerável seja usada como fachada para desvio de recursos”, afirmou.
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Comentários (1)
Denise Pereira da Silva
07.02.2025 22:52O caso das “quentinhas invisíveis” ficará, com certeza, congelado em alguma gaveta.