iFood contesta fala de ministro de Lula: “Não é verdadeira” iFood contesta fala de ministro de Lula: “Não é verdadeira”
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iFood contesta fala de ministro de Lula: “Não é verdadeira”

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Redação O Antagonista
3 minutos de leitura 04.03.2024 21:00 comentários
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iFood contesta fala de ministro de Lula: “Não é verdadeira”

iFood ainda relatou ter aceito proposta do governo para regulamentar o setor, com ganhos de R$17 por hora trabalhada

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iFood contesta fala de ministro de Lula: “Não é verdadeira”
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A empresa de delivery iFood contestou a declaração do ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT; foto), de que a companhia não estaria interessada em negociar a regulamentação do setor.

Em evento nesta segunda-feira, 4 de março, Marinho afirmou que o iFood promove um “modelo de negócio altamente explorador”.

“Não é verdadeira a fala do Ministro Luiz Marinho de que a empresa não quer negociar uma proposta digna para entregadores”, afirma nota do iFood divulgada à imprensa.

A empresa afirma que “participou ativamente do Grupo de Trabalho Tripartite (GT) e negociou um desenho regulatório para os entregadores até o seu encerramento”.

O iFood ainda relatou ter aceito proposta do governo para regulamentar o setor, com ganhos de R$17 por hora trabalhada.

Mas, “depois disso, o governo priorizou a discussão com os motoristas, que encontrava menos divergência na bancada dos trabalhadores”.

Leia a nota do iFood na íntegra:

Diante das afirmações feitas na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, nessa segunda-feira, 04 de março, o iFood esclarece que não é verdadeira a fala do Ministro Luiz Marinho de que a empresa não quer negociar uma proposta digna para entregadores.

O iFood participou ativamente do Grupo de Trabalho Tripartite (GT) e negociou um desenho regulatório para os entregadores até o seu encerramento. A última proposta feita pelo próprio Ministro Marinho, com ganhos de R$17 por hora trabalhada, foi integralmente aceita pelo iFood.

Depois disso, o governo priorizou a discussão com os motoristas, que encontrava menos divergência na bancada dos trabalhadores.

A empresa reforça que apoia desde 2021 a regulação do trabalho intermediado por plataformas e busca uma regulamentação para delivery que atenda as particularidades e necessidades diferentes dos motoristas, visando proteger os entregadores e preservar a sustentabilidade de seu ecossistema, que gera 873 mil postos de trabalho e atende 40 milhões de consumidores.

Perseguição de Lula

Lula (PT; foto) debochou da autonomia da empresa de delivery iFood, uma instituição privada que movimenta cerca de 100 bilhões de reais na economia do Brasil.

A confissão de pressão estatal sobre uma empresa privada se deu nesta segunda-feira, 4 de março, durante a apresentação de um projeto de lei que regulamenta atividades por aplicativo como Uber, mas que deixou o iFood de fora por impasse nas negociações com o governo.

“Vamos encher tanto o saco que o iFood vai ter que negociar”, afirmou Lula.

Marinho abre guerra

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT), provocou a empresa de delivery iFood durante a apresentação do projeto de lei.

Comentando o fato de iFood não ser contemplado pelo projeto de lei, Marinho afirmou que “não adianta o iFood mandar recado” em referência a pedidos da empresa para negociar a lei.

“E manda recado ‘nós queremos conversar’. Nós conversamos por um ano inteiro”, acrescentou.

Marinho, então, acusou a empresa de promover um “modelo de negócio altamente explorador” e cobrou “um padrão remuneratório que ofereça condição de cidadania” para aceitar o retorno das negociações.

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