Após ser alvo do MPF, Bolsonaro afirma: “Wal do Açaí nunca esteve em Brasília mesmo” Após ser alvo do MPF, Bolsonaro afirma: “Wal do Açaí nunca esteve em Brasília mesmo”
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24.03.2022

Após ser alvo do MPF, Bolsonaro afirma: “Wal do Açaí nunca esteve em Brasília mesmo”

Jair Bolsonaro (foto, ao centro) reagiu há pouco à decisão do MPF de pedir a instauração de uma ação por improbidade administrativa envolvendo-o e a sua ex-secretária parlamentar Walderice Santos da Conceição, conhecida como “Wal do açaí”, acusada de ter sido funcionária fantasma na Câmara...

Jair Bolsonaro (foto, ao centro) reagiu há pouco à decisão do MPF de pedir a instauração de uma ação por improbidade administrativa envolvendo-o e a sua ex-secretária parlamentar Walderice Santos da Conceição, conhecida como “Wal do açaí”, acusada de ter sido funcionária fantasma na Câmara.

“Pelo que eu tenho conhecimento, ela nunca esteve mesmo em Brasília, a Wal. Ela mora em um distrito de Angra dos Reis. Eu duvido qual deputado, fora do DF, que não tenha [servidores que atuam fora do gabinete]. Metade desse pessoal que está no estado, não vem a Brasília. Ele toma posse por procuração. Eu fiz isso a vida toda”, afirmou o presidente da República.

“A Wal ganhava o equivalente a R$ 1,5 mil por mês, já somado o auxílio alimentação, que deve estar na casa dos R$ 1 mil. Ela ganhava um pouco mais de um salário mínimo aí e ficava na Vila Histórica de Mambucaba, ela nunca esteve em Brasília, estou confessando aqui”, acrescentou Bolsonaro.

Wal foi indicada pelo então deputado federal Jair Bolsonaro em fevereiro de 2003 para ocupar o cargo em seu gabinete em Brasília, onde permaneceu lotada até agosto de 2018, quando foi exonerada, após o caso ser divulgado na imprensa.

A investigação revelou que, durante esses mais de 15 anos, ela nunca esteve em Brasília, não exerceu qualquer função relacionada ao cargo e ainda prestava, juntamente com seu companheiro, Edenilson Nogueira Garcia, serviços de natureza particular para Bolsonaro.

“Eu queria que o MP investigasse todas as matérias de jornais que saíssem por aí, jornaleco, do grandão, ou de bairro tem alguma coisa lá mexendo com servidor público. Por que não investiga todo mundo? Vem só para cima de mim? Investiga todo mundo. Se bem que aqui é um ‘tiro n’água’. Dá até vergonha, vergonha o MP investigar isso aí”, ironizou o presidente da República.

“Pega mal para o Ministério Público fazer isso aqui”, concluiu.

Assista:

 

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Jair Bolsonaro (foto, ao centro) reagiu há pouco à decisão do MPF de pedir a instauração de uma ação por improbidade administrativa envolvendo-o e a sua ex-secretária parlamentar Walderice Santos da Conceição, conhecida como “Wal do açaí”, acusada de ter sido funcionária fantasma na Câmara...

Jair Bolsonaro (foto, ao centro) reagiu há pouco à decisão do MPF de pedir a instauração de uma ação por improbidade administrativa envolvendo-o e a sua ex-secretária parlamentar Walderice Santos da Conceição, conhecida como “Wal do açaí”, acusada de ter sido funcionária fantasma na Câmara.

“Pelo que eu tenho conhecimento, ela nunca esteve mesmo em Brasília, a Wal. Ela mora em um distrito de Angra dos Reis. Eu duvido qual deputado, fora do DF, que não tenha [servidores que atuam fora do gabinete]. Metade desse pessoal que está no estado, não vem a Brasília. Ele toma posse por procuração. Eu fiz isso a vida toda”, afirmou o presidente da República.

“A Wal ganhava o equivalente a R$ 1,5 mil por mês, já somado o auxílio alimentação, que deve estar na casa dos R$ 1 mil. Ela ganhava um pouco mais de um salário mínimo aí e ficava na Vila Histórica de Mambucaba, ela nunca esteve em Brasília, estou confessando aqui”, acrescentou Bolsonaro.

Wal foi indicada pelo então deputado federal Jair Bolsonaro em fevereiro de 2003 para ocupar o cargo em seu gabinete em Brasília, onde permaneceu lotada até agosto de 2018, quando foi exonerada, após o caso ser divulgado na imprensa.

A investigação revelou que, durante esses mais de 15 anos, ela nunca esteve em Brasília, não exerceu qualquer função relacionada ao cargo e ainda prestava, juntamente com seu companheiro, Edenilson Nogueira Garcia, serviços de natureza particular para Bolsonaro.

“Eu queria que o MP investigasse todas as matérias de jornais que saíssem por aí, jornaleco, do grandão, ou de bairro tem alguma coisa lá mexendo com servidor público. Por que não investiga todo mundo? Vem só para cima de mim? Investiga todo mundo. Se bem que aqui é um ‘tiro n’água’. Dá até vergonha, vergonha o MP investigar isso aí”, ironizou o presidente da República.

“Pega mal para o Ministério Público fazer isso aqui”, concluiu.

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