Leiloeiro não garantiu procedência de kit Chopard de Bolsonaro

06.02.2026

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Leiloeiro não garantiu procedência de joias de Bolsonaro: “Leve a um relojoeiro”

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Wilson Lima
2 minutos de leitura 11.08.2023 17:06 comentários
Brasil

Leiloeiro não garantiu procedência de joias de Bolsonaro: “Leve a um relojoeiro”

A casa de leilão online Fortuna Auction, onde o staff de Jair Bolsonaro tentou vender o kit de itens masculinos de luxo da marca Chopard no início deste ano, não garantiu a procedência do conjunto, cotado em 120 mil dólares...

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Wilson Lima
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Leiloeiro não garantiu procedência de joias de Bolsonaro: “Leve a um relojoeiro”
Foto: Divulgação

A casa de leilão online Fortuna Auction, onde o staff de Jair Bolsonaro tentou vender o kit de itens masculinos de luxo da marca Chopard no início deste ano, não garantiu a procedência do conjunto, cotado em 120 mil dólares.

No anúncio, a Fortuna Auction dizia apenas que o material pertencia a um “cavalheiro”, mas fazia algumas ponderações sobre o material. O kit era composto por uma caneta, o relógio, um anel, abotoaduras e um rosário árabe. A tentativa de venda online foi descoberta pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lucas 12:2.

“Os relógios usados, a menos que ainda estejam na embalagem original ou nunca usados, provavelmente terão algum grau de desgaste e arranhões”, descreve a loja, sobre o produto em tradução livre. “Mesmo que um relógio esteja funcionando, os licitantes e compradores devem esperar que o produto tenha devida manutenção (…) A Fortuna recomenda que todos os compradores bem-sucedidos levem seus relógios imediatamente a um relojoeiro profissional para avaliação”, diz a loja em seu anúncio.

“Qualquer referência à condição em um relatório de condição não incluirá uma descrição completa da condição e, por exemplo, pode não especificar todas as falhas, alterações, adaptações, substituições mecânicas ou imperfeições no movimento, caixa ou mostrador”, acrescenta a Fortuna.

“Cores e tonalidades podem parecer diferentes online ou em materiais impressos do que parecem na inspeção física, e as imagens podem não mostrar claramente a condição de um lote”, observa a loja.

Conforme a investigação da Polícia Federal, o kit foi colocado à venda em 8 de fevereiro deste ano, mas não houve interessados. Depois de o tenente Mauro Cid ser alertado sobre a possível ilegalidade da transação, ele recuperou a caixa de joias e o kit voltou para o Brasil um mês depois e devolvido para o patrimônio da Presidência da República.

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Wilson Lima

Wilson Lima é jornalista formado pela Universidade Federal do Maranhão. Trabalhou em veículos como Agência Estado, Portal iG, Congresso em Foco, Gazeta do Povo e IstoÉ. Acompanha o poder em Brasília desde 2012, tendo participado das coberturas do julgamento do mensalão, da operação Lava Jato e do impeachment de Dilma Rousseff. Em 2019, revelou a compra de lagostas por ministros do STF.

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