“O corte nas despesas está no osso”
Dos quase R$ 1,3 trilhão de despesas do governo federal, menos de R$ 150 bilhões são passíveis de cortes – enquadram-se como despesas discricionárias.O resto é gasto obrigatório por lei, como Previdência e salários, cujo custo não para de...
Dos quase R$ 1,3 trilhão de despesas do governo federal, menos de R$ 150 bilhões são passíveis de cortes – enquadram-se como despesas discricionárias.
O resto é gasto obrigatório por lei, como Previdência e salários, cujo custo não para de aumentar e vai “comendo” os recursos disponíveis.
Foi o que explicou José Fernando Cosentino, consultor de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados, ao Estadão, na matéria sobre a falta de dinheiro para os órgãos públicos.
“O corte nas despesas está no osso e não surpreende que comece a afetar alguns serviços.”
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