“A direita tem grandes quadros”, diz Marinho sobre sucessão de Flávio
Líder da oposição no Senado chamou Flávio de “exilado político” e afirmou que a direita tem outros nomes capazes de disputar eleições
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), reconheceu que a ausência de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil abre espaço para outras lideranças da direita. Questionado sobre a possibilidade de nomes como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro assumirem esse espaço, o senador afirmou que há outros quadros com capacidade de disputar eleições.
“Existe risco. A direita, graças a Deus, ao contrário do nosso adversário, tem um grande número de quadros que têm qualidade, têm capacidade, têm legitimidade para se apresentarem como candidatos na próxima eleição, nas eleições subsequentes”, declarou.
Marinho também chamou Flávio de “exilado político” e afirmou que o senador não teria condições de permanecer no Brasil sem correr o risco de ser preso. Segundo o líder da oposição, a saída do país não teria sido uma escolha de Flávio.
“Ele tá… ele hoje é um exilado político, não é por escolha”, afirmou.
O senador também declarou que Flávio não teria condições de continuar no Brasil “sob pena de ser preso pelo simples fato de ter ousado ser candidato”. A afirmação representa a avaliação de Marinho sobre a situação do aliado.
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