Menino baiano de 10 anos passa em 3º lugar em engenharia mecânica e já integra sociedade internacional de superdotados
Menino baiano de 10 anos passa em 3º lugar em engenharia mecânica: ele integra sociedade de superdotados desde os 6
Aos 10 anos, Marcelinho conquistou o 3º lugar no vestibular de Engenharia Mecânica da Universidade de Fortaleza, a Unifor. Natural de Camaçari, na Bahia, ele mora com a família na capital cearense. O resultado saiu no início de outubro de 2026 e logo ganhou as redes. O menino já chamava atenção desde pequeno: aos 6 anos, entrou para uma sociedade internacional de pessoas com altas habilidades.
Quem é o menino baiano que passou em engenharia aos 10 anos?
É Marcelinho, como é chamado pela família, nascido em Camaçari, na região metropolitana de Salvador. Hoje, ele vive em Fortaleza, no Ceará, onde estuda.
A história dele ganhou destaque no jornal Correio, de Salvador. Além da Unifor, ele teve bom desempenho na prova da Epcar, a escola preparatória de cadetes da Aeronáutica. A regra de idade, porém, impede que ele assuma a vaga.
A Epcar fica em Barbacena, Minas Gerais, e prepara jovens para seguir carreira como oficiais aviadores da Força Aérea. Já a Unifor é uma universidade particular de Fortaleza, com cursos em várias áreas, incluindo engenharias.
“O futuro pertence a quem se prepara”, disse o menino ao jornal baiano. A frase resume bem a dedicação aos estudos que levou aos resultados deste ano, segundo a reportagem.
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Que sociedade de superdotados Marcelinho integra?
Marcelinho faz parte da Intertel, sociedade internacional que reúne pessoas com alto quociente de inteligência. Entrou aos 6 anos, depois de registrar QI de 138 na escala Wechsler, segundo o Diário do Nordeste.
O site Aratu On afirma que ele também integra a Mensa, outra sociedade internacional de alto QI, sem informar a data de entrada. Os principais dados sobre o menino são estes:
- Idade: 10 anos.
- Origem: Camaçari, na Bahia.
- Cidade onde mora: Fortaleza, no Ceará.
- QI registrado aos 6 anos: 138, na escala Wechsler.
A trajetória de Marcelinho até aqui passa por estes momentos:
O que significa ter altas habilidades ou superdotação?
Significa ter um desempenho muito acima da média em uma ou mais áreas, como raciocínio lógico, linguagem ou criatividade. Sociedades como a Intertel e a Mensa aceitam membros que alcançam pontuações muito altas em testes de inteligência.
No Brasil, estudantes com altas habilidades têm direito a atendimento educacional especializado. Alguns sinais costumam chamar a atenção de pais e professores:
- Aprendizado muito rápido e curiosidade intensa.
- Vocabulário avançado para a idade.
- Interesse profundo por temas específicos, como números ou máquinas.
- Facilidade para resolver problemas complexos.
Esses sinais não bastam para um diagnóstico, e cada criança se desenvolve de um jeito. A identificação deve ser feita por profissionais, com avaliação adequada.
Marcelinho vai mesmo cursar engenharia aos 10 anos?
Ainda não se sabe. As reportagens publicadas até agora não informam se ele vai se matricular no curso ou continuar na escola regular.
Para entrar no ensino superior, a regra geral é ter concluído o ensino médio. Por isso, aprovações de crianças em vestibulares costumam ter caráter de experiência ou exigir decisões especiais.
Casos de crianças aprovadas em vestibulares costumam levantar debates sobre o momento certo de entrar na faculdade. A decisão envolve a família, a escola e a própria universidade, que avalia as regras de matrícula.
Correio e Diário do Nordeste
O que a história de Marcelinho ensina sobre talento e preparo?
Ensina que talento ganha força quando encontra estímulo e dedicação, como o próprio menino resumiu ao falar de preparo. A trajetória dele ainda está no começo, e cada etapa será acompanhada de perto pela família. Compartilhe esta história com alguém que também sonha com a engenharia.
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