Leite ensaia neutralidade no segundo turno
Campanha de Lula contava com o apoio do governador do Rio Grande do Sul no segundo turno, segundo a 'Folha de S.Paulo'
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), deve se manter neutro no segundo turno da eleição presidencial.
“Primeiro preciso discutir isso com o partido. Mas me inclino por não me manifestar”, disse o governador à Folha de S.Paulo.
Segundo o jornal, a posição de Leite é mais um revés para a campanha de Lula, que contava com o apoio do gaúcho contra Flávio Bolsonaro (PL).
A posição do PSD no segundo turno
Kassab afirmou ainda no domingo, 4, que a legenda manterá a neutralidade no segundo turno, que será disputado entre Lula e Flávio Bolsonaro.
“Diante da diversidade de cenários eleitorais que tivemos nos estados, em que as instâncias estaduais do PSD tiveram liberdade para construir suas alianças, a direção nacional entende como natural manter esta diretriz neste segundo turno”, disse Kassab no X.
Flávio busca Caiado
Apesar da neutralidade do PSD, Flávio foi ao estado de Goiás em busca do apoio de Ronaldo Caiado, candidato do PSD à Presidência, e de Daniel Vilela, governador reeleito.
Caiado teve 2.605.148 votos, o equivalente a 2,18% dos votos válidos, e terminou o primeiro turno em quinto lugar.
Zema declara apoio
O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais.
Em vídeo divulgado nas redes, o ex-governador de Minas afirmou que a mensagem das urnas no primeiro turno foi clara e defendeu uma mudança no governo federal.
“A mensagem que o brasileiro mandou nas urnas nesse último domingo tá muito clara. Precisamos tirar dos intocáveis de Brasília. E com o avanço que a direita teve no Senado e na Câmara, ela já tem um número de parlamentares suficiente para poder pedir o impeachment. O partido ao qual pertenço, Partido Novo, avançou muito, elegeu 10 deputados federais e três senadores que vão estar lutando por um Brasil melhor.”
Zema disse que não ficará “em cima do muro” e que o Brasil “não aguenta mais 4 anos de Lula”.
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