Crusoé: O que os nossos juízes ainda vão aprontar nesta eleição?
Flávio Dino, Gilmar Mendes e Estela Aranha estão dispostos a fazer o diabo para favorecer o presidente Lula em sua tentativa de reeleição
Faltando muito pouco para o primeiro turno, a principal pergunta que os brasileiros fazem para si mesmos é: “O que os nossos juízes ainda vão aprontar nesta eleição?“.
Ao final deste terceiro mandato de Lula, o eleitor tem a sensação de que a campanha não aconteceu.
As regras rígidas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impediram que candidatos estreantes ganhassem uma audiência maior, favorecendo quem já fazia parte do sistema e já contava com emendas parlamentares e canais oficiais.
Mas o mais grave de tudo foi a atuação política de nossos juízes para tentar favorecer o presidente Lula, em sua tentativa de reeleição.
Flávio Dino atuou para permitir que notícias sabidamente falsas contra Flávio Bolsonaro circulassem nas redes sociais.
Gilmar Mendes tentou incluir o candidato Renan Santos no debate presidencial da Globo, que acabou sendo cancelado pela emissora. Entre seus possíveis objetivos estavam constranger Flávio Bolsonaro frente às câmeras, provocar uma desistência do senador ou simplesmente tumultuar um evento midiático que aconteceria sem a presença de Lula.
Os dois ministros tomaram suas decisões ignorando o preceito do juiz natural. Eles próprios se declararam aptos a decidir sobre esses casos, pegando casos da gaveta e os aplicando ao seu bel-prazer.
Os dois membros do STF passaram por cima das competências do TSE, que tem a função de organizar e comandar a eleição.
Mas Lula ainda contou com uma mãozinha de dentro do TSE.
Estela Aranha, que declarou voto em Lula em 2022 e é cria de Flávio Dino, tentou reduzir o impacto do que seria um debate sem Lula, proibindo a emissora de mostrar o púlpito vazio ou os outros candidatos a fazerem perguntas para o presidente ausente.
Enquanto seu time jurídico…
Siga a leitura em Crusoé. Assine e apoie o jornalismo independente.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (1)
Angelo Sanchez
02.10.2026 12:14Um povo que não protesta nas ruas, com civilidade e sem violência, merece todo este exscremento do judiciário aphodrecido.