Enquanto o Nokia 1100 volta a ser a vendido como item de colecionador e tendência em 2026, a Blackberry deixa de lado os celulares e aponta para uma estratégia diferente
Lançado em 2003, o Nokia 1100 mantém o recorde de celular mais vendido da história, com cerca de 250 milhões de unidades comercializadas.
O celular que marcou uma geração está novamente despertando interesse e em 2026, o Nokia 1100 reaparece como objeto de coleção e símbolo da nostalgia pelos aparelhos simples.
Enquanto isso, a BlackBerry seguiu uma direção completamente diferente e transformou sua antiga expertise em segurança em negócios de software para carros e sistemas críticos.
Por que o Nokia 1100 voltou a chamar atenção?
Lançado em 2003, o Nokia 1100 mantém o recorde de celular mais vendido da história, com cerca de 250 milhões de unidades comercializadas, segundo o Guinness World Records. Agora, o aparelho voltou ao radar com a popularização dos chamados “dumb phones” e do colecionismo tecnológico.
Unidades usadas podem ser encontradas em plataformas de comércio eletrônico e marketplaces. O movimento também acompanha o lançamento do Nokia 300 Charge, da HMD Global, inspirado na simplicidade, resistência e longa duração de bateria dos celulares antigos.
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Quais números mostram o tamanho da transformação da BlackBerry?
A BlackBerry deixou de fabricar smartphones e concluiu sua transição para uma empresa de software em 2016. Em 2022, os serviços dos antigos sistemas BlackBerry 7.1 OS e BlackBerry 10 foram encerrados.
Hoje, a empresa concentra suas operações principalmente em QNX e Secure Communications. Alguns números ajudam a dimensionar essa mudança:
Como a BlackBerry transformou os carros em uma nova frente?
A QNX desenvolve software integrado para veículos e outros sistemas críticos. A companhia aposta na evolução dos chamados carros definidos por software, que dependem cada vez mais de sistemas computacionais para controlar funções importantes.
A empresa também mantém alianças com NVIDIA, Qualcomm e Arm e identifica oportunidades em áreas como robótica, sistemas industriais, tecnologia médica e setor aeroespacial.
O que a BlackBerry faz depois de abandonar os celulares?
A segunda frente é a Secure Communications, voltada a organizações que precisam de ferramentas de comunicação e gerenciamento com requisitos elevados de segurança.
No primeiro trimestre fiscal de 2027, a divisão faturou US$ 73,6 milhões, acima dos US$ 59,5 milhões registrados um ano antes.
A companhia oferece soluções para chamadas, mensagens, compartilhamento de arquivos, gerenciamento de dispositivos e comunicação durante situações críticas.
Assim, enquanto o Nokia 1100 ganha uma segunda vida pela nostalgia, a BlackBerry tenta transformar a antiga reputação de segurança dos celulares em infraestrutura de software para mercados especializados.
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