Instituto pede investigação rigorosa do Master e Código de Ética no STF
Entidade elogia atuação de Edson Fachin e defende a transparência e as decisões colegiadas na Corte Suprema
O Instituto Não Aceito Corrupção defendeu nesta sexta-feira, 11, uma investigação rigorosa sobre as suspeitas envolvendo o Banco Master e a adoção de um Código de Ética para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em nota, a entidade também elogiou a atuação do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, em meio à crise institucional provocada pelas investigações que envolvem integrantes do alto escalão do Judiciário.
O instituto destacou a postura de Fachin por “priorizar decisões colegiadas e defender a transparência em investigações de grande repercussão”.
A entidade afirmou ainda que o Judiciário deve atuar de forma imparcial e sem influência política, como forma de preservar a estabilidade institucional do país.
Além do rigor na apuração das suspeitas relacionadas ao Master, o Instituto Não Aceito Corrupção defendeu a criação imediata de um Código de Ética para os ministros do Supremo. A proposta está sob relatoria da ministra Cármen Lúcia.
Segundo a entidade, a adoção dessas medidas é necessária para recuperar a credibilidade da Corte perante a sociedade.
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