Criado a partir da sobreposição assimétrica de centenas de módulos de concreto, este complexo residencial icônico assemelha-se a uma pilha caótica de blocos de montar gigantes
Habitat 67 surpreende com blocos de concreto empilhados no ar
O Habitat 67 parece um monte de blocos de montar gigantes jogados de qualquer jeito no meio da cidade. O prédio icônico virou o símbolo de uma ideia ousada para morar bem no Canadá sem perder a privacidade da casa própria.
O que faz essa construção parecer uma pilha de caixas?
A estrutura nasceu com a ideia de juntar a privacidade das casas de bairro com a praticidade dos prédios modernos. O arquiteto montou mais de 300 módulos de concreto no alto para criar um desenho cheio de pontas e sacadas abertas.
Cada apartamento ganha um quintal no teto do vizinho de baixo para receber a luz do sol direto na janela. Essa disposição meio doida garante que ninguém fique colado parede com parede com o apartamento do lado na rotina.

Por que o projeto virou uma revolução para a arquitetura mundial?
A sacada principal foi fabricar os blocos de cimento no próprio chão da obra antes de içar os módulos pesados. Essa técnica acelerou o trabalho e provou que dá para criar moradias em massa sem deixar os prédios com aquela cara chata e quadrada.
Dá uma olhada no que esse lugar tem de tão especial no seu visual.
- Casas suspensas com vista limpa para o rio da cidade.
- Jardins no teto para garantir o verde no meio da parede de pedra.
- Caixas de concreto encaixadas com precisão de mestre no ar.
- Caminhos abertos no vento para andar entre os blocos sem elevador fechado.
A construção virou um cartão-postal famoso que atrai estudantes de engenharia e curiosos do mundo inteiro. A ideia deu tão certo que o prédio virou patrimônio tombado na região.
Como fica o comparativo entre esse prédio e um condomínio comum?
Esta linha conecta os detalhes da construção com os prédios normais do mercado.
A tabela deixa nítido que o desenho fora do padrão entrega um conforto bem maior para quem mora lá dentro. As famílias ganham o espaço de uma casa térrea no meio de um prédio alto.
Quanto custa morar dentro dessa obra de arte de concreto?
Comprar um espaço nesse ponto turístico custa uma nota preta por conta da fama e da história do lugar. O preço de uma unidade pode passar de R$ 5 milhões no mercado imobiliário canadense nos dias de hoje.
O gasto com a manutenção das peças de cimento exige uma grana pesada dos moradores ao longo dos anos. A estrutura de betão armado precisa de cuidados constantes por causa do inverno rigoroso com neve na fachada.
Vale a pena visitar essa atração na sua próxima viagem?
Caminhar ao redor do prédio rende fotos sensacionais para guardar de recordação nas suas férias. O visual de longe chama a atenção de qualquer um que passa pelas margens do rio durante a tarde.
Esse lugar prova que o ser humano consegue inventar formas incríveis de morar no meio das grandes cidades. A visita vale cada minuto para ver de perto essa ideia doida que virou realidade.
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