Polícia usa gás lacrimogêneo para dispersar protesto contra Flávio
Grupo tentava invadir espaço destinado a apoiadores do senador na Avenida Paulista
A Polícia Militar e a Guarda Civil Metropolitana (GCM) intervieram durante as manifestações de 7 de Setembro na Avenida Paulista, em São Paulo.
Vídeos publicados nas redes sociais mostram o momento em que um grupo tentou invadir o espaço destinado a manifestantes de um grupo antagônico. A ação provocou a intervenção das forças de segurança para evitar um confronto.
Durante a intervenção, policiais militares lançaram bombas de gás lacrimogêneo na direção de um grupo de manifestantes que usava camisas vermelhas e pretas e protestava contra o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.
Interferência nas eleições
Durante a manifestação, Flávio afirmou nesta segunda-feira, 7, que vão “tentar uma terceira facada” e “tentar interferir” nas eleições de outubro.
Sem dar detalhes, o senador disse que os aliados também seriam alvos.
“Estou encarando com muita fé e dedicação. Mesmo que a minha vida esteja correndo risco. Mas eu quero garantir a todos vocês, eu faço campanha de colete à prova de balas. Eu coloco meu peito à frente do povo brasileiro, porque o povo brasileiro é o povo do Brasil. Vocês defendem o povo brasileiro. Vão tentar uma terceira facada nos meus aliados, não só em mim. E o que eu tenho a dizer a vocês que vão tentar interferir nas eleições. Não vai adiantar nada, porque eu estou aqui e juntos somos mais fortes do que eles.”
Durante ato na Avenida Paulista, Flávio prometeu indicar cinco ministros ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque, segundo ele, Alexandre de Moraes “vai cair”.
“Vou indicar homens e mulheres contra aborto, contra drogas, contra ideologia de gênero nas escolas, que não presigam adversários políticos e que ajudem a resgatar a credibilidade do Supremo”, disse.
“Vai ter Bolsonaro na Presidência, sim. Eu quero que os perseguidores escutem muito bem: Vai ter Bolsonaro na Presidência, sim”, acrescentou.
Flávio também afirmou que irá declarar guerra aos narcoterroristas caso seja eleito.
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