Montadora chinesa recebe terreno público de 1,74 milhão de m² e planeja fábrica de R$ 4,6 bilhões no Brasil
O tamanho da área ajuda a mostrar a dimensão do projeto
Uma área pública de aproximadamente 1,74 milhão de m² em Aracruz, no Espírito Santo, foi destinada à implantação de um novo complexo automotivo da GWM. A montadora chinesa prevê investir cerca de R$ 4,6 bilhões no projeto, com capacidade futura de até 200 mil veículos por ano.
Onde será construída a nova fábrica da GWM?
A unidade ficará em Barra do Riacho, às margens da ES-257 e próxima a estruturas portuárias e industriais. O Governo do Espírito Santo informa área útil de aproximadamente 1,7 milhão de m² dentro do Parque Industrial de Aracruz.
A área aprovada para a fábrica é descrita no processo de doação com aproximadamente 1,74 milhão de m². Em divulgações institucionais posteriores, o número aparece arredondado para 1,7 milhão de m².

Quanto a montadora pretende investir no projeto?
A Prefeitura de Aracruz informa investimento estimado de R$ 4,6 bilhões e capacidade de produção de até 200 mil veículos por ano quando a unidade alcançar sua escala planejada.
O que será feito dentro da fábrica?
O projeto prevê uma planta industrial completa, com estamparia, soldagem, pintura e montagem final. A Secretaria de Desenvolvimento do Espírito Santo afirma que a intenção é instalar uma cadeia produtiva mais ampla, e não apenas uma linha de montagem final.
- Estamparia: produção de partes da carroceria.
- Soldagem: união dos componentes estruturais.
- Pintura: tratamento e acabamento das carrocerias.
- Montagem: integração final dos sistemas do veículo.
Quando a unidade deve começar a produzir?
A cerimônia de lançamento ocorreu em 30 de junho de 2026. O Governo do Espírito Santo mantém a expectativa de inauguração em 2029.
A área também foi pensada para receber fornecedores, estruturas logísticas e ampliações futuras, o que ajuda a explicar por que o terreno destinado ao projeto é tão grande.
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Por que Aracruz foi escolhida para receber o complexo?
A GWM cita a posição costeira, a proximidade de mercados consumidores, a logística portuária e a possibilidade de exportação para outros países da América Latina. A empresa pretende atender primeiro o mercado brasileiro e depois ampliar os embarques para países como Argentina, México, Chile, Colômbia e Uruguai.
O tamanho do terreno também permite abrigar produção, logística e futuras expansões dentro do mesmo complexo industrial.
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