Flávio declara R$ 8,1 milhões em bens à Justiça Eleitoral
Patrimônio do senador inclui casa de R$ 6,2 milhões no Lago Sul, em Brasília, além de investimentos e aplicações financeiras
O senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou nesta quinta-feira, 13, R$ 8,18 milhões em bens à Justiça Eleitoral.
O patrimônio do candidato à Presidência da República, declarado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), inclui uma casa no Lago Sul, em Brasília, avaliada em R$ 6,2 milhões.
Entre os demais bens e investimentos declarados estão:
- Fundo de investimento em cotas multimercado (FIFCIC RL): R$ 1.090.520,47;
- Aplicação em CDB do Banco do Brasil: R$ 8.266,10;
- Veículo 2014: R$ 133 mil;
- Saldo em conta-poupança no Itaú: R$ 103.746,23;
- Quota ou quinhão de capital: R$ 46 mil;
- Saldos em bancos diversos: R$ 568.730,23;
- Quota ou quinhão de capital: R$ 249;
- Quota ou quinhão de capital em sociedade individual de advocacia: R$ 10 mil.
Candidatura registrada
Flávio registrou sua candidatura à Presidência da República junto ao TSE na noite desta quinta, 13.
“Em 13/08/2026, às 19h43, foi enviado à Justiça Eleitoral o pedido de registro de candidatura do partido 22-PL, contendo o Demonstrativo de regularidade de Atos Partidários – DRAP e os Requerimentos de Registro de Candidatura – RRC”, diz o recibo do pedido de registro.
O documento registra o número 22, do PL, e o nome do deputado federal Alfredo Gaspar como vice na chapa presidencial.
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Vínculo restabelecido
No fim da tarde, o ministro Nunes Marques, presidente do TSE, determinou o restabelecimento imediato do vínculo partidário de Flávio com o PL, desde a data original de sua filiação, em 30 de novembro de 2021.
A determinação ocorreu após Flávio tentar registrar sua candidatura, mas perceber que seu nome inha sido filiado à Missão.
O magistrado determinou ainda a liberação imediata do Sistema de Candidaturas para o regular processamento do pedido de registro da candidatura de Flávio pelo Partido Liberal.
Nunes Marques também determinou que a Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE preserve imediatamente os registros de log e de acesso ao Sistema FILIA relativos ao lançamento indevido da filiação à Missão.
Além disso, ordenou a expedição de ofício à Polícia Federal, com pedido de instauração de inquérito policial para apurar a autoria, as circunstâncias e o contexto da filiação indevida.
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