Flávio oficializa Carlos Portinho como pré-candidato ao Senado no Rio
Pré-candidato à Presidência afirmou que o ex-presidente já havia definido a preferência pelo senador; Jordy e Sóstenes foram preteridos
O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) oficializou nesta terça-feira, 14, o nome do senador Carlos Portinho (PL-RJ) como pré-candidato do partido ao Senado pelo Rio de Janeiro.
Em vídeo divulgado ao lado do parlamentar, Flávio afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) já havia definido a preferência por Portinho. Segundo ele, os deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ) também eram cotados para a vaga, mas a decisão “não foi fácil”.
“Uma pessoa preparada, da nossa confiança, Portinho. E antes de eu ser proibido de falar com o presidente Bolsonaro, ele já havia me dito do porquê de ser você o nosso indicado na vaga do PL e falou das outras opções que estavam na mesa também. Várias, tinham várias opções. Mas principalmente ali os deputados Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, que são duas pessoas excepcionais também. Não foi uma decisão fácil de ser tomada. Mas em função do que a gente passou junto aqui, em função do que a gente ouviu de outras lideranças (…) houve a sua preferência ao seu nome“, afirmou.
Portinho agradeceu a Flávio e a Jair Bolsonaro pela confiança e fez questão de elogiar os demais parlamentares que disputavam a indicação. O senador teria levado vantagem pela boa relação com prefeitos, que fizeram um movimento para que ele fosse escolhido como candidato.
“Muito obrigado pela confiança do nosso Jair, o seu pai, sua… (…) Durante todo esse processo de escolha eu sempre respeitei muito a decisão de vocês. Você sabe disso. (…) Querido amigo deputado Carlos Jordy, tá sempre lá com a gente, nosso líder Sóstenes Cavalcante. Vão ser campeões de voto. Como eu disse a eles, fosse quem fosse, a gente vai vestir a camisa. A gente vai vencer unido. E eu tenho certeza que a recíproca é verdadeira.”
Eleito suplente em 2018, Portinho assumiu o mandato de senador em 2020 após a morte de Arolde de Oliveira. Ainda pouco conhecido do eleitorado, ganhou espaço em Brasília e se tornou líder do PL no Senado.
A outra vaga
A outra cadeira também precisa ser definida. O posto estava ocupado pelo ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União), mas ele foi preso pela Polícia Federal (PF) por suspeita de chefiar um esquema de lavagem de dinheiro por meio de postos de combustível.
Com isso, o nome de Canella ficou em dúvida.
O PP, que integra uma federação partidária com o União Brasil, tem outros nomes considerados fortes, mas prioriza a eleição de deputados federais e resiste em retirar possíveis puxadores de voto para colocá-los na disputa pelo Senado.
Entre os nomes avaliados estão o vereador Leniel Borel e o ex-secretário de Polícia Civil Felipe Curi.
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