Um título para Carlo Ancelotti
Deputado Eduardo Bismarck apresentou na Câmara uma proposta para conceder o título de cidadão honorário ao técnico
Apesar de a Seleção Brasileira não ter conquistado absolutamente nada na Copa do Mundo de 2026, o deputado federal Eduardo Bismarck (PV-CE) apresentou na Câmara um projeto de resolução que concede ao técnico Carlo Ancelotti o título de cidadão honorário da República Federativa do Brasil.
A proposta foi protocolada na última quinta-feira, 26.
Na justificativa, o parlamentar afirma que a homenagem reconhece a trajetória do treinador italiano, considerado um dos maiores técnicos da história do futebol, e sua contribuição ao comando da Seleção Brasileira. Segundo o texto, Ancelotti reúne “prestígio internacional” e presta “relevantes serviços ao futebol brasileiro” desde que assumiu a equipe nacional.
“Ao assumir o comando da Seleção Brasileira, Ancelotti aceitou o desafio de liderar o maior patrimônio esportivo do País, colocando sua experiência e conhecimento a serviço da reconstrução e fortalecimento do futebol nacional. Sua chegada representa um momento histórico, aproximando ainda mais o Brasil das grandes tradições do futebol mundial e reafirmando o protagonismo da Seleção Brasileira no cenário internacional”, disse o parlamentar na justificativa.
Bismarck também afirma que Ancelotti demonstrou respeito pela cultura brasileira, pela história da equipe nacional e pela paixão dos brasileiros pelo futebol.
“A concessão do Título de Cidadão Honorário constitui reconhecimento simbólico da gratidão do povo brasileiro àqueles que, mesmo nascidos em outras nações, estabelecem vínculos de relevante contribuição para o País. No caso de Carlo Ancelotti, sua atuação transcende o aspecto esportivo, fortalecendo a imagem internacional do Brasil e contribuindo para a valorização de uma das maiores expressões da identidade nacional: o futebol”, acrescentou o parlamentar.
O projeto prevê que, caso seja aprovado pelo Congresso, o título seja entregue em sessão solene da Câmara dos Deputados, em data a ser definida pela Mesa Diretora.
Na justificativa, o autor argumenta ainda que a concessão do título é uma forma de reconhecer estrangeiros que estabelecem vínculos relevantes com o país.
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