Autoridades anunciam retirada urgente de um conhecido azeite de oliva do mercado
A proibição acende um alerta sobre rótulos, registros sanitários e compras fora de canais confiáveis.
O azeite falsificado assustou consumidores porque usava uma marca conhecida e registros sanitários de outra empresa. A ordem da autoridade argentina foi retirar o produto irregular do mercado, já que sua origem e condições de elaboração não puderam ser garantidas.
Por que o azeite foi retirado dos comércios?
A retirada ocorreu porque a autoridade sanitária identificou um produto apócrifo, vendido como se fosse legítimo. O problema não estava apenas no nome da marca, mas no uso indevido de registros sanitários e em informações de rótulo que não correspondiam ao produto verdadeiro.
Esse tipo de irregularidade preocupa porque impede rastrear quem produziu, fracionou ou distribuiu o alimento. Sem essa rastreabilidade, não há garantia clara sobre qualidade, segurança, origem ou condições de fabricação.

Qual produto foi proibido pela ANMAT?
A ANMAT informou a proibição do “Aceite de oliva virgen extra, Blend Suave”, marca Green Olive, em embalagens PET de 1 litro, 500 ml e 250 ml.
Os pontos centrais do alerta são:
Como o consumidor pode identificar o produto suspeito?
Segundo o alerta, o produto falsificado se apresentava como azeite de oliva virgem extra Blend Suave. A empresa titular apontou diferenças visíveis em relação ao item genuíno, incluindo denominação, embalagem, ausência de lote e informações de validade.
Alguns sinais que merecem atenção são:
- Produto vendido como “Aceite de oliva virgen extra, Blend Suave”.
- Marca Green Olive em embalagem PET de 1 litro, 500 ml ou 250 ml.
- Envase quadrado e transparente, formato não usado no produto genuíno citado.
- Rótulo sem lote declarado ou com vencimento fora do padrão esperado.
- Ausência de leyendas e informações presentes no produto original.
O que diz a disposição oficial?
A Disposição 3521/2026 proibiu o uso, comercialização e distribuição em todo o território argentino do produto falsificado, incluindo plataformas de venda online.
A decisão foi tomada após denúncia da empresa Olivos del Sur S.A., que informou a circulação de um produto que usava indevidamente sua marca e registros sanitários. A medida buscou proteger consumidores diante da impossibilidade de confirmar a origem do alimento.
O que fazer se o produto foi comprado?
Quem tiver comprado o item com essas características deve suspender o consumo. Comerciantes também devem retirar o produto da venda e evitar nova distribuição, já que a ordem atinge todos os lotes e tamanhos do item falsificado.
Alguns cuidados ajudam a reduzir o risco:
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Por que esse caso serve de alerta para outros alimentos?
O caso mostra que embalagem conhecida não basta. Em alimentos, marca, lote, registro, origem, nota de compra e canal de venda fazem parte da segurança, especialmente quando o produto circula em plataformas online ou distribuidores pouco claros.
O azeite falsificado da marca Green Olive foi alvo de proibição na Argentina porque não havia garantia de rastreabilidade, qualidade e condições de elaboração. Para o consumidor, a lição é simples: quando a autoridade sanitária alerta, o rótulo precisa ser levado a sério.
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