O principal problema do Brasil para os eleitores de Flávio
Considerando a amostra total de eleitores, a saúde pública é o principal problema do país em abril
Pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira, 27, aponta que a corrupção é o principal problema do Brasil em 2026 para os eleitores do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
A alternativa foi indicada por 40% dos entrevistados que disseram preferir “Flávio Bolsonaro ou algum outro candidato indicado por Jair Bolsonaro”.
O segundo principal problema é “segurança pública/violência/criminalidade”, apontado por 22%.
A saúde pública é um dos principais problemas do Brasil para 21% dos respondentes que preferem Flávio aos demais.
Nem Lula nem Bolsonaro
Para o eleitorado que não quer um candidato apoiado nem por Lula nem por Jair Bolsonaro, o item “segurança pública/violência/criminalidade” é o principal problema do país, com 29% dos apontamentos.
Na sequência, vêm educação, com 22%; saúde pública, 21%; e corrupção, 19%.
Lulistas
O eleitorado que prefere o presidente Lula (PT) indicou a saúde pública como problema principal.
Pelo menos 32% dos lulistas deram a saúde como resposta.
“Segurança pública/violência/criminalidade” é o segundo principal problema, com 26% das indicações. Educação aparece em terceiro lugar, com 19%.
A corrupção é o principal problema do Brasil para 11% deste setor do eleitorado.
Os principais problemas
Considerando a amostra total de eleitores, a saúde pública é o principal problema do país.
Ao menos 26% dos entrevistados escolheram essa opção, entre a primeira e a segunda escolha.
“Segurança pública/violência/criminalidade” foi o segundo problema mais citado: 25%.
Corrupção foi o terceiro, com 24% das respostas.
Em março, a corrupção era vista como principal problema do país por 29% dos entrevistados, seguida por saúde pública, 25%; “segurança pública/violência/criminalidade”, 23%; e educação, 17%.
A pesquisa
Para a pesquisa, a Nexus ouviu 2.028 entrevistados em todo o território nacional entre 24 e 26 de abril.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01075/2026.
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