O novo affair de Gilmar Mendes
Decano do Supremo Tribunal Federal (STF) engatou romance com a ex-cunhada do deputado federal e ex-governador Beto Richa
Menos de seis meses após se separar de Guiomar, o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, engatou um romance com a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Morgana de Almeida.
Graduada em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Morgana nasceu em Toledo, no interior do Estado. Ela ingressou na magistratura do trabalho em 1992 e chegou ao Tribunal Superior em 22 de dezembro de 2021, indicada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Morgana foi cunhada do ex-governador do Paraná e hoje deputado federal Beto Richa. Ela era casada com José Richa Filho, o Pepe Richa. Pepe chegou a ser alvo da Operação Rádio Patrulha, que investigou suspeitas de propina de empreiteiras para a manutenção de estradas no Paraná. Pepe sempre negou as irregularidades.
Morgana e Gilmar têm sido vistos constantemente em restaurantes da capital federal.
Gilmar se separou de Guiomar no final do ano passado, após 18 anos de casamento. Ao anunciar o divórcio, Guiomar declarou à CNN que a decisão era “refletida”.
“Não é uma despedida, nem um recomeço. É o zelo pela amizade que tanto queremos preservar. Somos amigos de longa data e seguiremos juntos, nos apoiando como bons amigos”, disse na época Guiomar.
Um novo nome para o inquérito das fake news
O ministro Gilmar Mendes, do STF, sugeriu nesta sexta-feira, 24, um novo nome para o interminável inquérito das fake news: “Inquérito de defesa da democracia”.
O decano foi novamente questionado sobre o assunto em entrevista à CNN Brasil, mais uma série que tem feito para defender o STF das críticas.
“Talvez o nome seja impróprio. É o inquérito de defesa da democracia. Porque o fake news ficou um pouco… é também é nome de fantasia. […] Graças a esse expediente novo, que não é tão novo, porque estava no regimento interno do Supremo antigo”, disse o magistrado.
Mais uma vez, Gilmar defendeu a importância do inquérito aberto em 2019.
“Nós, quando tivemos a ideia do inquérito das fake news, tanto eu quanto o ministro Toffoli, Alexandre, nós tínhamos um contexto. As pessoas perguntavam até, entre colegas: ‘Mas não seria melhor entregar isso ao Ministério Público?’ Era o Ministério Público de Janot, de Dallagnol, desse grupo que muitas vezes produzia notícias contra os ministros do Supremo. Eles eram os autores das fake news. Daí a gente teria lançado mão desse dispositivo do regimento interno para dizer: É preciso que essa investigação que envolva Supremo ou crimes cometidos no Supremo ou contra o Supremo seja feita no âmbito do Supremo Tribunal Federal. E nós tínhamos também o tal gabinete do ódio.
O grande problema é que nós vamos ficando desmemoriados. Nós e vocês. Mas esses são fatos muito recentes, ou alguém se esqueceu [de] que havia um gabinete do ódio que produzia notícias contra as pessoas, especialmente contra o Supremo Tribunal Federal? Esse contexto mudou. Certamente já não estamos sob o governo Bolsonaro, mas as notícias, as formas continuam as mesmas ou muito assemelhadas.”
Leia também: Tanto Gilmar
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Comentários (1)
Jose Diogo de Almeida
24.04.2026 16:10sem vontade de comentar ... cansa esta coisa de tudo é democracia ...