Esse acabamento parece de luxo, mas custa muito menos que o comum
Luxo não é excesso, é conceito bem aplicado
Durante muito tempo, o cimento queimado foi visto como algo “industrial”, típico de galpões e obras simples. Só que isso virou o jogo: hoje ele aparece em apartamentos reformados, casas modernas e projetos que passam aquela sensação de arquitetura bem pensada.
O mais curioso é que, em muitos cenários, ele entrega um visual sofisticado gastando menos do que opções tradicionais, desde que você saiba onde mora a economia e onde não dá para economizar.
Por que o cimento queimado virou o acabamento queridinho de quem quer visual sofisticado?
O charme está na estética limpa. O acabamento cimento queimado cria uma superfície contínua, com poucos recortes e um “silêncio visual” que deixa o ambiente mais moderno. Sem um monte de linhas e divisões, o espaço parece maior, mais organizado e com cara de projeto assinado.
Além disso, ele conversa bem com tendências atuais: minimalismo, iluminação quente, madeira natural e metais escuros. A combinação é simples e poderosa, e muitas vezes é isso que dá a impressão de “luxo”, mesmo sem exagero.

Onde está a economia real e por que ele pode custar menos que o revestimento comum?
Quando você compara com soluções tradicionais, a economia costuma aparecer em etapas e complementos. Em muitos casos, o revestimento barato não é o que parece barato na prateleira, e sim o que exige menos “extras” ao longo da execução.
O cimento queimado tende a reduzir custo principalmente quando o ambiente permite aplicação mais direta e com menos interrupções. Para ficar claro, aqui vão os pontos que mais costumam puxar o valor para baixo:
- Menos materiais complementares, já que você reduz juntas, emendas e acabamentos secundários.
- Aplicação que pode ser feita sobre base preparada, evitando camadas desnecessárias em alguns casos.
- Menor perda por recortes complexos, comum em paginação de peças.
- Versões prontas com efeito cimento queimado que ajudam na uniformidade e no controle do resultado.
O que deixa o cimento queimado com cara de alto padrão e como acertar no estilo?
O “efeito luxo” aparece porque o olhar percebe continuidade e textura. Um piso cimento queimado bem executado fica elegante sem competir com o restante da decoração. Ele vira base: quem brilha é a iluminação, o mobiliário e os materiais de destaque.
Para um resultado mais acolhedor, tons médios e iluminação quente funcionam muito bem. Se a ideia é um visual mais dramático, tons mais escuros e metais pretos criam um impacto forte. Já em espaços pequenos, o acabamento claro ajuda a ampliar, e a continuidade evita a sensação de “quebra” no ambiente.
O Ralph Dias, do canal Planarq Campos no YouTube, fala um pouco mais sobre o cimento queimado, como é sua aplicação e se ainda vale a pena o uso:
Como fica a manutenção e o que realmente aumenta a durabilidade no dia a dia?
Quando bem protegido, ele é prático. O segredo é o selador correto e uma finalização bem feita, porque isso reduz absorção, facilita limpeza e melhora resistência à umidade. Em banheiro, cozinha e área gourmet, essa etapa não é detalhe: é o que separa um acabamento bonito de um acabamento problemático.
Também tem um ganho que muita gente esquece: sem rejuntes, você não acumula sujeira nas linhas. E isso muda a rotina. A limpeza costuma ser simples, com produto neutro e pano úmido, sem precisar de “força bruta” para recuperar aparência.
Quais erros mais comuns deixam o cimento queimado feio e fazem a economia virar prejuízo?
O maior erro é achar que é “só passar e pronto”. Cimento queimado exige preparo de base, controle de espessura, tempo de cura e acabamento. Se a aplicação for improvisada, surgem trincas, manchas indesejadas e textura irregular, o que derruba totalmente a sensação de sofisticação.
Por isso, a escolha mais inteligente é economizar onde faz sentido e investir no essencial: mão de obra qualificada. É ela que define nivelamento, uniformidade e proteção. Quando o acabamento fica certo, você ganha estética, praticidade e ainda melhora a valorização do imóvel, porque o conjunto passa mais “cara de projeto” e menos “cara de gambiarra”.
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