Essas são as previsões malucas para 2100
Projeções econômicas indicam virada de poder entre gigantes mundiais nas próximas décadas
A humanidade saiu do primeiro voo dos irmãos Wright para planos de cidades flutuantes e nanorrobôs antiaging em pouco mais de um século. A linha do tempo até 2100 mistura tecnologia radical, mudanças climáticas e redefinição do que significa ser humano.
O que já está transformando o mundo entre 2024 e 2030?
O canal Investiga, Pinhel!, com 3,15 milhões de inscritos, mapeia essas transformações surpreendentes. Em 2024, o Google apresentou o Willow, chip capaz de resolver em 5 minutos problemas que supercomputadores levariam 10 septilhões de anos para calcular.
Em 2025, entra em cena o GTA 6, jogo mais caro da história, enquanto a Jeddah Tower na Arábia Saudita deve alcançar 1 quilômetro de altura. Já em 2029, o Telescópio Gigante Magalhães no Chile promete ser 200 vezes mais potente que os atuais, buscando planetas habitáveis, com o Brasil tendo direito a 4% do tempo de uso.
Como IA e biotecnologia vão revolucionar até 2035?
À medida que inteligências artificiais treinam em praticamente toda a internet, a produção de vídeos sob demanda vira rotina. Empresas trabalham para levar internet global via satélite, conectando até regiões isoladas, embora a OMS estime que 20% da população terá depressão em 2030.
Por volta de 2032, tecnologias como CRISPR avançam para criar os primeiros “mutantes”, com alterações genéticas em bebês para características como altura ou desempenho físico. Lojas automatizadas sem atendentes, renda básica universal e ferramentas de IA capazes de interpretar sons de animais indicam um cotidiano onde algoritmos organizam trabalho e comunicação.
Quais previsões surpreendem entre 2035 e 2055?
A partir de 2035, missões tripuladas da China e Rússia devem chegar à Lua, enquanto surgem voos comerciais sem piloto e o Ártico pode enfrentar o primeiro verão sem gelo. Em 2036, a China tende a se tornar a maior economia em PIB, embora supremacia militar e tecnológica continue com os Estados Unidos.
Empresas trabalham para ressuscitar animais extintos como o mamute, e começam a aparecer ciborgues com interfaces cérebro-máquina capazes de mover objetos só com pensamento. Entre 2040 e 2055, destacam-se:
- Humanos estabelecendo colônias em Marte
- Surgimento dos primeiros trilionários
- Cópias digitais de pessoas baseadas em dados da internet
- Carros voadores acessíveis apenas para os mais ricos
- Impressão 3D de órgãos e construções inteiras
- “Cura do câncer” através de terapias combinadas reduzindo mortalidade drasticamente

O que transforma planeta e economia entre 2050 e 2080?
A partir de 2050, transformações ganham escala global misturando mudanças ambientais, corrida espacial e revoluções econômicas. A população mundial atinge 10 a 11 bilhões de pessoas, com tendência de queda posterior, enquanto metade da Amazônia pode estar desmatada.
Em 2070, megaprojetos como a Cidade Linha com 170 km de extensão e elevador espacial de 36 mil quilômetros de altura indicam infraestrutura planetária focada em energia abundante e acesso mais barato ao espaço.
Imortalidade e IA definirão o fim do século?
Entre 2080 e 2100, surgem as ideias mais radicais: nanorrobôs reparando células para retardar envelhecimento, abrindo caminho para imortalidade biológica principalmente entre pessoas ricas. Serviços de criogenia oferecem congelamento de corpos por cerca de R$ 1 milhão, com “desconto” para preservar apenas a cabeça.
Bilionários investem fortunas mensais em rotinas antiaging, enquanto inteligências artificiais ficam tão complexas que passam a decidir quem é preso, quem consegue emprego ou atendimento médico. Essa visão levanta a questão central: mais que avanço tecnológico, quem controla essas ferramentas define o rumo da humanidade até o fim do século.
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