Como é o primeiro dia de vida de um filhote de hipopótamo
Veja como ele aprende a respirar, nadar e caminhar ao lado da mãe, hora a hora
O nascimento de um filhote de hipopótamo é um momento pouco observado de perto, sobretudo nas primeiras horas de vida, quando ele ainda se adapta ao ambiente fora do útero, aprende a controlar a respiração, reconhece a mãe e inicia seus primeiros movimentos na água e em terra firme.
Como acontece o nascimento de um filhote de hipopótamo?
O parto do hipopótamo geralmente ocorre em águas rasas de rios, lagos ou represas, em áreas calmas que facilitam a subida do filhote à superfície para respirar. Logo ao nascer, ele já apresenta reflexos de nado, mas depende da mãe para se orientar e evitar o afogamento.
Nas primeiras horas, a fêmea mantém o recém-nascido muito próximo, empurrando-o com o focinho, guiando-o para partes menos fundas e bloqueando a aproximação de outros hipopótamos. Cada toque e deslocamento tem função específica para garantir a sobrevivência e a segurança da cria.
O que acontece com o filhote nas primeiras horas de vida?
Um filhote recém-nascido pode pesar dezenas de quilos, mas ainda é bastante vulnerável e dependente. Nesse período, ele precisa ajustar a respiração, encontrar a melhor posição ao lado da mãe e iniciar a amamentação, sempre sob supervisão intensa.
Para entender melhor essa fase inicial, é possível destacar alguns pontos centrais do comportamento e do desenvolvimento do filhote logo após o nascimento:
Respirar no ar e na água
Aprendem a coordenar a respiração entre o ambiente aquático e a superfície, ajustando o ritmo ao esforço.
Nado controlado
Iniciam os primeiros movimentos de nado com maior controle e estabilidade, reduzindo o gasto de energia.
Contato com a mãe
Mantêm proximidade constante com a mãe para orientação, proteção e aprendizado comportamental.
Amamentação inicial
O início da amamentação garante energia, imunidade e fortalecimento físico nos primeiros dias.
Reconhecimento do solo
Reconhecem gradualmente a margem e o solo firme, ampliando o espaço de exploração com segurança.
Por que a mãe leva o filhote de hipopótamo para fora da água?
A retirada do filhote da água tem funções práticas ligadas à segurança e ao descanso. Em terra, ele pode deitar sem esforço de flutuação, respirar com mais regularidade e receber cuidados físicos da mãe, que também observa melhor a aproximação de predadores.
Ao levá-lo à margem, a fêmea também favorece a exposição moderada ao sol, a regulação da temperatura corporal e o fortalecimento das pernas. Esse processo costuma seguir etapas claras de orientação e proteção materna.
- A mãe avalia se a água está calma e segura.
- Guia o filhote até a parte mais rasa.
- Empurra suavemente o pequeno em direção à margem.
- Posiciona o corpo ao lado ou à frente, como barreira.
- Observa os primeiros passos e intervém quando necessário.
Como é a rotina de um filhote de hipopótamo nos primeiros dias?
Nos primeiros dias, a rotina do filhote é composta por ciclos curtos de sono, amamentação, imersões breves e caminhadas lentas. A dependência da mãe é total: ela define quando entrar na água, quando sair, onde descansar e como interagir com o grupo.
Com o tempo, o jovem hipopótamo ganha firmeza nas pernas, melhora o controle da respiração e se sente mais confiante ao alternar entre água e terra, sempre sob supervisão materna até se integrar de forma mais autônoma ao bando.
Assista um vídeo de um fihote de hipopótamo que acabou de nascer:
Um filhotinho recém-nascido, uma criaturinha hipopótamo! Provavelmente tem poucas horas de vida, pois a mãe o tirou da água pela primeira vez 🦛 pic.twitter.com/76ZNF76tMX
— Astronomiaum (@astronomiaum) January 26, 2026
Qual é a importância do cuidado materno para o filhote de hipopótamo?
O cuidado materno é essencial para que um animal tão robusto na fase adulta supere a fragilidade do início da vida. A proximidade constante garante proteção contra ameaças e orientação precisa nos dois ambientes em que o hipopótamo vive.
Essas cenas de interação entre mãe e filhote ajudam a compreender a complexidade dos cuidados parentais na espécie, evidenciando que cada empurrão, posição de corpo e decisão de deslocamento faz parte de um processo de aprendizado contínuo e vital para a sobrevivência.
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