Criado em novembro, Missão recebeu apenas uma doação: um real
Contribuição foi de Victor Souza Lopes de Couto, filiado à sigla e ex-funcionário do gabinete do deputado estadual Guto Zacarias (União-SP)
O partido Missão, oficialmente criado no final do ano passado, recebeu uma única doação após ter sido homologado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo a prestação de contas parciais da sigla – que ainda pode ser atualizada -, apenas um eleitor contribuiu para a manutenção da sigla: Victor Souza Lopes de Couto. O valor? Um real.
Victor Souza é filiado à sigla e ex-funcionário do gabinete do deputado estadual Guto Zacarias (União-SP).
Em 4 de novembro, o TSE oficializou a criação do Missão. Segundo o relator do pedido de criação da sigla, André Mendonça, “o próprio partido, nos autos, já de antemão se disponibilizou a atender voluntariamente essas duas determinações, quando ciente dos apontamentos feitos pelo Ministério Público Eleitoral quanto a esses dois pontos”.
O voto de Mendonça foi acompanhado pelos ministros Isabel Gallotti, Antonio Carlos Ferreira, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha, e Kassio Nunes Marques, além de Cármen Lúcia.
Em junho, o MBL havia alcançado o número mínimo de assinaturas para registrar o partido político Missão na Justiça Eleitoral.
A certidão emitida pelo Tribunal Superior Eleitoral apontou o total de 547.326 apoios em todo o país. O mínimo necessário era de 547 mil assinaturas.
O desafio de Renan Santos na Missão
A expectativa é que o presidente da sigla, Renan Santos, seja candidato à Presidência da República.
Em novembro, inclusive, Renan desafiou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os debates presidenciais em 2026, durante o festival do MBL (Movimento Brasil Livre) ocorrido em São Paulo.
Do palco da convenção, Renan acusou Flávio e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por “devolverem Lula ao poder”.
“Eu quero ver o filho corrupto deles no debate comigo. Flávio Bolsonaro, eu te aguardo. Eu quero acabar, eu quero acabar com sua raça, Flávio Bolsonaro. Você enterrou a nossa revolução, você enterrou nossa revolução. Mas nós não morremos, Flávio Bolsonaro.”
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